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O custo humano de um iPad
Artigo sugerido por Ubirajara Freitas, Metalúrgico de BH
Em sete meses, duas explosões mataram quatro pessoas e feriram 77 nas fábricas de iPad na China; para atender demanda, funcionários trabalham sete dias por semana
The New York Times
A explosão abalou o edifício A5 na noite de uma sexta-feira de maio passado, trazendo consigo fogo e o ruído de tubos de metal retorcidos e atirados ao ar como se fossem palha.
Quando os trabalhadores correram para fora do refeitório, eles viram uma fumaça preta saindo das janelas quebradas. Ela saia da área onde milhares de funcionários diariamente poliam milhares de capas para iPad.
Duas pessoas morreram imediatamente e dezenas ficaram feridos. À medida que os feridos eram levados em ambulâncias, um deles se destacou. Suas feições haviam sido manchadas pela explosão, pelo calor e pela violência da explosão de tal maneira que seu nariz e boca foram substituídos por uma massa vermelha e preta.
"Você é o pai de Lai Xiaodong?" perguntou a pessoa que ligou para a casa onde Lai passou sua infância. Seis meses antes, o jovem de 22 anos de idade havia se mudado para Chengdu, no sudoeste da China, para se tornar uma das milhões de peças da engrenagem humana que alimenta o sistema de produção mais rápido e mais sofisticado do planeta.
"Ele está em apuros", a pessoa informou o pai de Lai. "Por favor, venha para o hospital o mais rápido possível."
Na última década, a Apple se tornou uma das mais maiores, mais poderosas e mais bem-sucedidas empresas do mundo, em parte por dominar a arte da fabricação global. A Apple e outras empresas de alta tecnologia - assim como de dezenas de outras indústrias americanas - alcançaram um ritmo de inovação quase sem precedentes na história moderna.
No entanto, os trabalhadores que montam iPhones, iPads e outros dispositivos muitas vezes trabalham em condições adversas, segundo funcionários das fábricas, defensores dos trabalhadores e documentos publicados pelas próprias empresas. Os problemas são tão variados quanto os ambientes de trabalho são onerosos e chegam a ser graves problemas de segurança - por vezes mortais.
Os funcionários trabalham horas extras excessivas, em algumas casos sete dias por semana, e vivem em dormitórios lotados. Alguns dizem que ficam tanto tempo nas fábricas que suas pernas incham até que mal conseguem caminhar. Trabalhadores menores de idade ajudam a construir produtos da Apple e fornecedores da empresa eliminam resíduos perigosos de modo abusivo e falsificam registros, segundo documentos da empresa e grupos de defesa que, dentro de China, são muitas vezes considerados confiáveis monitores independentes.
Mas mais preocupante, segundo esses grupos, é o desrespeito à saúde dos trabalhadores. Há dois anos, 137 trabalhadores de uma fornecedora da Apple no leste da China ficaram feridos depois eles foram obrigados a usar um produto químico venenoso para limpar as telas de iPhones. Em menos de sete meses duas explosões mataram 4 pessoas e feriram 77 em fábricas de iPad no ano passado, incluindo aquela que abalou Chengdu. Antes destas explosões, a Apple havia sido alertada para as condições perigosas no interior da fábrica de Chengdu, segundo um grupo chinês que publicou essa advertência.
"Se a Apple foi avisada e não agiu isso é repreensível", disse Nicholas Ashford, ex-presidente do Comitê Consultivo Nacional sobre Saúde e Segurança Ocupacional, um grupo que orienta o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos. "Mas o que é moralmente repugnante em um país é uma prática aceita em outro e as empresas tiram proveito disso."
A Apple não é a única empresa de negócios eletrônicos que faz negócios dentro de um sistema de abastecimento preocupante. Condições de trabalho alarmantes já foram documentados em fábricas fornecedoras de produtos de empresas como Dell, Hewlett-Packard, IBM, Lenovo, Motorola, Nokia, Sony, Toshiba e outros.
Além disso, executivos da Apple afirmam que a empresa fez significativos progressos na melhoria de suas fábricas nos últimos anos. A Apple implementou um código de conduta para os seus fornecedores que questões trabalhistas e de segurança, por exemplo. A empresa realizou uma campanha vigorosa de auditoria e sempre que um abuso é descoberto, segundo a Apple, correções são exigidas.
Mas os problemas permanecem significativos. Mais da metade dos fornecedores da Apple que foram auditados violaram pelo menos um aspecto do código de conduta todos os anos desde 2007, segundo informações da empresa.
"A Apple nunca se preocupou com nada além de aumentar a qualidade de seus produtos enquanto diminui os custos de sua fabricação", disse Li Minggi, que trabalhou até abril na gestão da Foxconn Technology, um dos mais importantes parceiros de fabricação da Apple. Li, que está processando a Foxconn por sua demissão, ajudou a gerenciar a fábrica de Chengdu onde ocorreu a explosão.
A Apple recebeu extensos resumos do presente artigo, mas se recusou a comentar a questão. Esta reportagem tem como base entrevistas realizadas com dezenas de funcionários e ex-funcionários da empresa, incluindo alguns com conhecimento em primeira mão do grupo de responsabilidade pelos fornecedores da Apple, bem como outros dentro da indústria de tecnologia.
O caminho para Chengdu
Lai Xiaodongs sabia que a fábrica da Foxconn em Chengdu era especial. Nela, os trabalhadores fabricavam as mais recentes criações da Apple - possivelmente seu último lançamento: o iPad.
Quando Lai conseguiu um trabalho de reparação de máquinas na fábrica, uma das primeiras coisas que ele percebeu foram as luzes ofuscantes usadas no local. Os turnos rodavam 24 horas por dia e as luzes nunca eram desligadas. Em qualquer momento, havia milhares de trabalhadores nas linhas de montagem, em pé ou sentados em cadeiras sem encosto, agachados ao lado de máquinas de grande porte, ou correndo entre grandes seções de montagem. As pernas de alguns dos trabalhadores inchavam tanto que eles mancavam. "É difícil ficar em pé o dia todo", disse Zhao Sheng, um trabalhador da fábrica.
Pôsteres nas paredes advertiam o 120,000 empregados: "Trabalhe duro no trabalho hoje ou trabalhe duro para encontrar um trabalho amanhã." O código de conduta da Apple dita que, exceto em circunstâncias incomuns, os funcionários não devem trabalhar mais de 60 horas por semana. Mas na Foxconn, alguns trabalhavam mais, de acordo com entrevistas, holerites e pesquisas realizadas por grupos independentes. Lai logo passou a trabalhar 12 horas por dia, seis dias por semana na fábrica, segundo seus holerites. Funcionários que chegavam atrasados muitas vezes eram obrigados a escrever cartas de confissão e copiar citações. Havia "turnos contínuos", quando os trabalhadores eram orientados a permanecer dois turnos seguidos no trabalho, segundo entrevista.
O diploma de Lai lhe permitiu ganhar um salário de cerca de US$ 22 por dia, incluindo horas extra - mais do que muitos outros. Quando seu dia acabava, ele seguia para um quarto grande o suficiente apenas para um guarda-roupa, um colchão e uma mesa.
Memorial construído pela família de Lai Xiaodong em homenagem ao filho, morto em explosão de fábrica da Foxconn
As acomodações eram melhores do que as de muitos dos dormitórios da empresa, onde 70.000 funcionários da Foxconn viviam, muitas vezes 20 pessoas num apartamento de três quartos, segundo os trabalhadores. No ano passado, uma disputa sobre salários desencadeou uma revolta em um dos dormitórios.
Em uma declaração, a Foxconn contestou os relatos dos operários sobre turnos ininterruptos, horas extras estendidas, acomodações lotadas e as causas do motim. A empresa disse que suas operações aderem aos códigos de conduta de seus clientes, bem como aos padrões da indústria e as leis nacionais. "As condições de trabalho nas fábricas Foxconn não são difíceis", a empresa escreveu. A Foxconn também afirmou que nunca foi indiciada pelo governo ou por um de seus clientes por sobrecarregar menores de idade com excesso de trabalho ou expor seus funcionários a substâncias tóxicas.
"Todos os funcionários da linha de montagem têm pausas regulares, incluindo intervalos de uma hora para o almoço", escreveu a empresa, e apenas 5% dos trabalhadores da linha de montagem precisam ficar para concluir suas tarefas. As estações de trabalho foram projetados com padrões ergonômicos e os funcionários têm oportunidades de promoção e rotação de trabalho, afirmou o comunicado.
O código de conduta da Apple
Em 2005, alguns dos principais executivos da Apple se reuniram em sua sede em Cupertino, Califórnia, para uma reunião especial. Outras empresas haviam criado códigos de conduta para orientar o trabalho de seus fornecedores. Já era tempo, a Apple decidiu, de seguir o exemplo. O código que a Apple divulgou naquele ano determina "que as condições de trabalho na cadeia de fornecimento da Apple devem ser seguras, que os trabalhadores devem ser tratados com respeito e dignidade, e que os processos de fabricação devem ser ambientalmente responsáveis."
Mas no ano seguinte, o jornal britânico The Mail on Sunday secretamente visitou uma fábrica da Foxconn em Shenzhen, China, onde eram fabricados iPods, e relatou as longas jornadas de trabalho dos operários, flexões como castigo imposto e dormitórios lotados. Os executivos em Cupertino ficaram chocados.
A Apple realizou uma auditoria na fábrica, a primeira inspeção deste tipo da empresa, e solicitou melhorias. Os executivos também empreenderam uma série de iniciativas que incluíram um relatório anual de auditoria, publicado pela primeira vez em 2007. No ano passado, a Apple inspecionou 396 instalações - incluindo fornecedores diretos e indiretos da empresa - em um dos maiores programas do tipo na indústria eletrônica.
As auditorias têm encontrado diversas violações ao código de conduta da Apple, segundo os relatórios publicados pela empresa. Em 2007, por exemplo, a Apple realizou mais de 50 auditorias e em dois terços delas a empresa descobriu que os operários regularmente trabalharam mais de 60 horas por semana. Além disso, houve seis "violações de núcleo", do tipo mais grave, incluindo a contratação de crianças de 15 anos de idade, bem como a falsificação de registros.
Nos três anos seguintes, a Apple realizou 312 auditorias por ano e cerca de metade ou mais mostraram evidências de um grande número de funcionários trabalhando mais de seis dias por semana, bem como horas extras estendidas. A Apple descobriu 70 violações de núcleo ao longo desse período.
No ano passado, a empresa realizou 229 auditorias. Houve algumas melhorias ligeiras em algumas categorias e a taxa de detecção de violações de núcleo diminui. No entanto, em 93 instalações, pelo menos metade dos trabalhadores excederam as 60 horas por semana estabelecidas como limite. Um número semelhante mostrou que a maioria dos empregados trabalham em média seis dias por semana.
"Se você ver o mesmo padrão de problemas, ano após ano, isso significa que a empresa está ignorando a questão em vez de resolvê-la", disse um ex-executivo da Apple com conhecimento em primeira mão do grupo de responsabilidade pelos fornecedores. "Mas o não cumprimento das regras é tolerado, desde que os fornecedores prometam se esforçar mais da próxima vez. Se significasse mais negócios, as violações de núcleo desapareceriam. "
A Apple diz que quando uma auditoria revela uma violação, a empresa exige que os fornecedores resolvam o problema e dentro de 90 dias para evitar a reincidência. "Se um fornecedor não está disposto a mudar, nós terminamos nosso relacionamento", diz a empresa em seu site.
A gravidade desta ameaça, no entanto, não está clara. A Apple encontrou violações em centenas de auditorias, mas menos de 15 fornecedores foram rescindidos por transgressões desde 2007, segundo ex-executivos da Apple.
A explosão
Na tarde da explosão na fábrica do iPad, Lai Xiaodong telefonou para sua namorada como fazia todos os dias. Eles queriam se ver naquela noite, mas o gerente Lai disse que ele teria que trabalhar horas extras, ele explicou.
Ele havia sido promovido rapidamente na Foxconn e depois de poucos meses estava a cargo de uma equipe que mantinha as máquinas usadas para polir a capa traseira dos iPads.
Na manhã da explosão, Lai foi de bicicleta para o trabalho. O iPad tinha sido colocado à venda apenas algumas semanas antes e os trabalhadores foram informados que milhares de capas precisariam ser polidas todos os dias. A fábrica estava frenética, segundo os operários. Filas e mais filas de máquina poliam as capas enquanto funcionários mascarados apertavam botões. Grandes dutos de aspiração de ar pairavam sobre cada estação de trabalho, mas eles não davam conta das fileiras de máquinas que trabalhavam ininterruptamente. O pó de alumínio podia ser visto em todo lugar.
O pó é um risco de segurança conhecido. Em 2003, uma explosão de pó de alumínio em uma fábrica de pneu em Indiana matou uma pessoa e destruiu o prédio. Em 2008, pó agrícola dentro de uma fábrica de açúcar na Geórgia causou uma explosão que matou 14 pessoas.
Lai estava na segunda hora de seu segundo turno quando o edifício começou a tremer, como se um terremoto estivesse a caminho. Houve uma série de explosões, segundo trabalhadores da fábrica. No final, 18 pessoas ficaram feridas.
No hospital, a namorada de Lai viu que sua pele ficou quase completamente queimada.
Eventualmente, sua família chegou ao hospital. Mais de 90% do seu corpo havia sofrido queimaduras.
Depois que Lai morreu, uma equipe de trabalhadores da Foxconn foi até a sua cidade natal e entregou uma caixa de cinzas a seus pais. Depois, a empresa enviou um cheque de cerca de US$ 150.000.
Em um comunicado, a Foxconn afirmou que no momento da explosão a fábrica de Chengdu estava em conformidade com todas as leis e regulamentos e que "depois de garantir que as famílias dos funcionários mortos haviam recebido todo o apoio necessário, que garantiu que todos os empregados feridos recebessem os cuidados médicos da mais alta qualidade". Após a explosão, a empresa acrescentou, a Foxconn imediatamente suspendeu todo o trabalho nas oficinas de polimento e mais tarde aprimorou a eliminação de ventilação e poeira, e adotou tecnologias para melhorar a segurança dos trabalhadores.
Em seu mais recente relatório de responsabilidade dos fornecedores, a Apple escreveu que depois da explosão a empresa contatou os "principais especialistas em segurança de processos" e montou uma equipe para fazer recomendações para investigar e prevenir futuros acidentes.
Em dezembro, no entanto, sete meses após a explosão que matou Lai, outra fábrica de iPad explodiu, desta vez em Xangai. Mais uma vez, o pó de alumínio foi a causa, de acordo com entrevistas e com o relatório da Apple. Essa explosão deixou 59 trabalhadores feridos, 23 foram hospitalizados.
Em seu mais recente relatório de responsabilidade dos fornecedores a Apple afirmou que embora as duas explosões tenham envolvido o combustível pó de alumínio, as causas das explosões foram diferentes. A empresa se recusou, no entanto, a fornecer detalhes. O relatório acrescentou que a Apple auditou todos os fornecedores de polimento de alumínio e colocou precauções melhores em prática.
Para a família de Lai, as dúvidas permanecem.
"Nós realmente não temos certeza por que ele morreu", disse a mãe de Lai, de pé ao lado de um pequeno santuário que ela construiu para o filho perto de sua casa. "Nós não entendemos o que aconteceu."
Enviada por Ubirajara Freitas, às 00:15 02/02/2012, de Belo Horizonte, MG
Conexões Globais e Fórum de Mídia Livre discutem Redes Sociais Federadas
No Conexões Globais 2.0, que rola desde o dia 25/01 em Porto Alegre, assim como no III Fórum de Mídias Livres, 27/01, várias atividades debateram e apresentaram soluções sobre Redes Sociais Federadas.
A finalidade principal das Redes Sociais Federadas é permitir que usuários de diferentes redes sociais possam se conectar, trocando informações entre si, possibilitando novas formas de interação através da Web: duas pessoas podem se relacionar e compartilhar informações e conhecimentos independentemente de quais redes sociais participem. Exatamente como funciona com e-mails.
Grande parte das
populares redes sociais atuais não funciona assim. Do ponto de vista de uma rede social 1.0,
se você não estiver cadastrado na rede e não tiver lá um perfil, você não existe. A única maneira dos seus amigos daquela rede interagirem com você é convidando você a participar da mesma. Apesar do fato de existir centenas de redes sociais na internet, quase todas funcionam como se não houvesse nenhuma outra rede social na Web e cada uma busca ser a "rede social" hegemônica, a mais poderosa e popular de todas.
As redes sociais federadas, ou rede de redes sociais, significam uma mudança de paradigma, ou seja, a existência real de uma rede social global, gerida por entidades diferentes e autônomas que interagem através de protocolos acordados e
APIs acessíveis. Mas as redes sociais federadas de pouco servem se não facilitarem a interação entre distintos indivíduos, movimentos sociais, políticos, culturais, software livre, etc, se não promoverem a inclusão de novos atores e sujeitos nas dinâmicas de organização e compartilhamento de conhecimento e informações. Portanto, para funcionar elas precisam, além de protocolos abertos e livres, da interação entre os distintos indivíduos e movimentos, numa grande articulação baseada em conceitos como o pluralismo, a autonomia e a unidade na diversidade, onde ninguém é mais que ninguém e juntos somos fortes.

Durante os debates o
Blogoosfero foi citado várias vezes como um exemplo concreto de desenvolvimento de redes sociais federadas que está ajudando a aproximar comunidades como a do Software Livre e da Blogosfera que, embora tenham objetivos em comum no que diz respeito à Liberdade de Expressão e Livre Circulação do Conhecimento, andavam separadas e agora juntam forças para desenvolver a nova plataforma e oferecer soluções que vão além de seus círculos de atuação específicos.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 03:24 28/01/2012, de Porto Alegre, RS
Lançamento de “A Privataria Tucana” em Curitiba reúne mais de 300 pessoas
O lançamento do livro “Privataria Tucana”, com a presença do autor, jornalista Amaury Ribeiro Jr. foi um sucesso: reuniu mais de 300 pessoas na noite de 19/01/2012 no auditório do SISMUC – Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Municipais de Curitiba.
O evento foi organizado por ParanáBlogs, Sismuc, Geração Editorial, Sindicato dos Bancários, SENGE-PR, SindiSaúde, CUT-PR e TIE-Brasil.
Já no inicio da “noite de autógrafos”, William Novais, da Geração Editorial, comemorava a venda de mais de 120 exemplares até aquele momento. “Em São Paulo foram 200, mas no final. Curitiba é bem menor e está dando show, já de saída” – afirmou William.
Muita gente já trazia o livro de casa, comprado nas livrarias que deixaram a solidariedade tucana para lá e lucram com o novo “best seller”.
No salão do evento os presentes se revezavam e se espremiam para ouvir as respostas bem humoradas de Amaury às perguntas feitas. Uma delas partiu de um médico brasileiro residente em Houston, Texas, que pode participar graças a transmissão ao vivo pela Internet.
O paranaense Amaury surpreendeu os participantes com o tom informal e até irreverente com que se dirigiu à atenta platéia.
Enviada por TIE-Brasil, às 01:35 22/01/2012, de Curitiba, PR
Conexões Globais 2.0: Blogoosfero, 25/01, 14h às 18h na Casa de Cultura Mário Quintana
Por Mariel Zasso do Conexões Globais 2.0

Numa oficina prática com demonstração e teste de usabilidade do sistema, blogueir@s, ativistas de redes sociais, software livre, cultura digital, jornalistas e comunicadores em geral têm a oportunidade de conhecer tudo sobre o Blogoosfero, uma plataforma livre – e brasileira – que garante autonomia, liberdade de hospedagem e administração para blogs e redes sociais.
A plataforma foi apresentada no segundo Encontro Nacional de Blogueiros em junho do ano passado, em Brasília, onde se destacou a importância da blogosfera gerir sua própria plataforma, deixar de ser apenas consumidora e passar a ser também administradora e provedora de serviços de internet, além de apoiar na prática do desenvolvimento tecnológico do Brasil.
Por ser aberta e colaborativa, a plataforma possibilita que sejam integradas as demais iniciativas já em curso, mantendo a autonomia e independência de cada uma delas ao mesmo tempo que as integra.
Oficineiro: Fundação Blogoosfero – Colivre, TIE-Brasil e Paraná Blogs
Local: Casa de Cultura Mário Quintana
Rua dos Andradas, 736 - Centro Porto Alegre - RS, 90020-004, Brasil
Data: 25 de janeiro de 2012
Horário: das 14 às 18 h
Enviada por TIE-Brasil, às 01:27 22/01/2012, de Curitiba, PR
Expressão Nacional discute regras para internet
Enviada por Sérgio Bertoni, às 01:16 22/01/2012, de Curitiba, PR
Apresentação-debate Blogoosfero - Planejando o desenvolvimento da Plataforma Livre para a blogosfera

A Fundação Blogoosfero, Colivre, ParanáBlogs e TIE-Brasil farão no dia 25 de janeiro de 2012 a apresentação-debate (desconferência*)
Blogoosfero - Planejando o Desenvolvimento da Plataforma Livre para a Blogosfera no
#ConexõesGlobais 2.0 e no
III Fórum de Mídia Livre, que acontecem em Porto Alegre durante o
Fórum Social Temático 2012.
Na quarta 25/01, acontecerá na
Casa de Cultura Mário Quintana (CCMQ), uma oficina prática com demonstração e teste de usabilidade do sistema, onde discutiremos o desenvolvimento desta plataforma livre e segura para a blogosfera e redes sociais com tecnologia própria desenvolvida na Brasil
Blogueir@s, ativistas de redes sociais, software livre, cultura digital, jornalistas e comunicadores em geral estão convidados a participar da atividade, conhecer e testar a plataforma.
Os orgnanizadores pedem que os participantes levem seus notebooks, tablets, smartphones ou netbooks, pois haverá acesso à internet via rede WI-FI da
CCMQ, possibiltando o uso da plataforma
Blogoosfero diretamente em seus equipamentos.
Na sexta 27/01, os desenvolvedores do
Blogoosfero participarão do debate sobre Redes Sociais Federadas, onde também apresentarão a Plataforma Livre para a Blogosfera para os participantes do
III Fórum de Mídia Livre.
* O que é uma Desconferência?

Numa desconferência todo mundo é palestrante e ouvinte ao mesmo tempo.
Todo mundo tem algum conhecimento para compartilhar, num ambiente descontraído com alguns acessórios para o protagonismo dos principais personagens desses debates autogestionados: as pessoas.
Enviada por TIE-Brasil, às 00:19 16/01/2012, de Curitiba, PR
Sindicatos paranaenses apoiam lançamento do livro "A privataria tucana" em Curitiba

A Central Única dos Trabalhadores (Estadual do Paraná) - CUT-PR, Sindicato dos Bancários do Paraná, Sindicato dos Engenheiros do Paraná - Senge-PR e o Sindicato dos Trabalhadores na Saúde do Paraná SindSaúde-PR apóiam o lançamento do livro "A privataria tucana" em Curitiba no dia 19/01/2011.
A iniciativa do ParanáBlogs é apoiada também pelo Sismuc, onde se realizará o evento, TIE-Brasil e pela Geração Editorial.
Se a sua entidade quiser apoiar o evento é só fazer como as demais, entre em contato conosco:
e-mail: paranablogs@gmail.com
twitter:
@ParanaBlogs
facebook:
ParanaBlogs
Anote aí:
Lançamento do Livro "A privataria tucana"
Debate com Amaury Ribeiro Jr, autor do livro e Eustáquio Moreira dos Santos, ex-funcionário do Banestado.
Sismuc, 19/01/2012, 19:00h
Rua Monsenhor Celso, 225, 9º andar
Enviada por ParanaBlogs e TIE-Brasil, às 01:22 11/01/2012, de Curitiba, PR
SINDPD-PR freia mais demissões na Celepar
Do Blog Lado B
Da Assessoria do SINDPD-PR
O Sindicato dos Trabalhadores em Informática e Tecnologia da Informação (SINDPD-PR) conseguiu frear mais demissões e o desrespeito aos direitos dos trabalhadores na Celepar – Companhia de Informática do Paraná -, que demitiu sem justa causa e na virada do ano funcionários concursados. A empresa foi chamada para uma audiência de mediação, realizada ontem (9) no Ministério Público do Trabalho (9ª Região), em Curitiba, a fim de esclarecer os motivos da demissão sumária dos trabalhadores e com o objetivo de adequar os procedimentos de dispensa, de modo a não constranger os funcionários com limitações ao acesso à Celepar e a documentos.
A procuradora do Trabalho, Cristiane Maria Sbalqueiro Lopes, que se mostrou sensível às denúncias apresentadas pelo sindicato, também entendeu que falta consistência às justificativas verbais apresentadas pela direção da Celepar e solicitou a reconsideração por parte da empresa. Uma nova audiência foi marcada para o dia 13/01 (sexta-feira), na qual os representantes da Celepar deverão apresentar suas justificativas para que a procuradora decida pela abertura ou não de inquérito. “Há oito anos não havia demissão na Celepar e muito menos da forma como foram conduzidas estas. Uma empresa que quer fugir das suas responsabilidades é que age assim, demitindo na virada do ano”, disse a diretora do SINDPD-PR, Valquíria Lizete da Silva.
Para ilustrar a arbitrariedade das demissões…
Um dos trabalhadores demitidos havia sido requisitado no dia 16 de dezembro pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para prestar serviços neste órgão, que arcaria com todo o ônus do remanejamento. A direção da Celepar recusou o pedido e demitiu o funcionário concursado, sem justa causa, poucos dias depois. O SINDPD-PR questiona tanto a medida tomada quanto as razões, ainda desconhecidas e ao que tudo indica bastante subjetivas, para o comportamento da direção da Celepar. Outro trabalhador demitido havia sido homenageado no final do ano pela Secretaria de Planejamento do governo do estado, em função de um sistema inovador que ele desenvolveu para a gestão de contas públicas. “Não estamos mais no tempo de achar que esse tipo de arbitrariedade seja normal ou inquestionável. Os trabalhadores têm direitos e o sindicato está aí para defendê-los”, disse Valquíria. “Tornando pública a situação, o sindicato consegue inibir a empresa de continuar agindo dessa forma”, completou.
Enviada por ParanaBlogs, às 15:09 10/01/2012, de Curitiba, PR
Fórum Social Temático 2012: precisamos reinventar o mundo
Queremos convidar todos os movimentos, redes, entidades e pessoas a participarem do
Fórum Social Temático, Crise Capitalista Justiça Social e Ambiental preparatório à Cúpula dos Povos na Rio + 20, de 24 a 29 de janeiro de 2012 em Porto Alegre e na Região Metropolitana, no estado do Rio Grande do Sul – Brasil.
Nossa mensagem é uma só:
precisamos reinventar o mundo. Diante da crise sistêmica que assola todas as esferas da vida e da ineficiência em combatê-las por parte dos poderes estabelecidos, torna-se cada vez mais urgente e necessário enfrentarmos estas questões de forma global, aproveitando o período de mobilizações sociais e profundos questionamentos ao sistema que têm emergido em quase todos os continentes. Os povos originários de Abya Yala, os estudantes chilenos, os movimentos em busca de democracia e controle de poder do Magreb-Mashrek, as vastas expressões de indignação frente ao capitalismo financeiro e as corporações na Europa e nos Estados Unidos – todos travam a mesma luta. Este parece ser um momento único para resgatarmos o acúmulo do altermundialismo e do Fórum Social Mundial. Se outro mundo é possível, o será a partir da convergência destes sujeitos políticos, favorecendo a criação de um sentido de propósito comum, identidade e visão de futuro.
Neste marco, o Fórum Social Temático poderá ser o primeiro ponto de encontro d@s indignad@s, das expressões dos povos originários e dos movimentos anti-sistêmicos de todos os quadrantes que voltarão a se encontrar por ocasião da Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável (a Rio + 20), no evento paralelo da sociedade civil – a Cúpula dos Povos na Rio + 20 – , em junho de 2012.
Cientes de que a transformação que buscamos será um processo, pensamos para este Fórum uma metodologia inovadora que proporcione a elaboração de diretrizes e campanhas globais, de uma agenda estratégica e programática capazes de vertebrar uma articulação que transcenda os dias reservados para a realização do FST e traduzam na prática as alternativas que buscamos. O centro desta metodologia é o trabalho dos Grupos Temáticos, prévio ao FST, capaz de capacitar-nos a realizar sínteses políticas em Porto Alegre e mais além.
As inscrições já estão abertas: além das
atividades autogestionadas, tradicionais no processo FSM, você e sua rede podem participar dos
Grupos Temáticos, centrais a esta edição temática. Dezessete já estão abertos e outros em constituição. Seus trabalhos foram iniciados em um fórum eletrônico acerca dos assuntos relacionados à Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental e poderão permanecer funcionando até a Rio + 20.
Nos primeiros dias (25 e 26 de janeiro de 2012), os Grupos Temáticos farão uma sistematização presencial e no dia seguinte (27 de janeiro de 2012) haverá uma articulação dos participantes dos vários Grupos Temáticos ao redor de quatro eixos transversais:
a) Fundamentos éticos e filosóficos: subjetividade, dominação e emancipação;
b) Direitos humanos, povos, territórios e defesa da Mãe-Terra;
c) Produção, distribuição e consumo: acesso à riqueza, bens comuns e economia de transição;
d) Sujeitos políticos, arquitetura de poder e democracia.
No dia 28 de janeiro realizaremos as assembléias de encaminhamento para o processo da Rio+20.
Para participar dos Grupos Temáticos, acesse a Plataforma de Diálogos
www.dialogos2012.org ou escreva para grupostematicosfst@gmail.com
Para mais informações sobre o FST, acesse
www.fstematico2012.org.br ou escreva para fstematico2012@gmail.com
Contamos com sua presença em Porto Alegre. Vamos continuar reinventando o mundo!
Enviada por FST-2012, às 02:38 10/01/2012, de Porto Alegre, RS
SINDPD-PR (Sindicato dos trabalhadores da Celepar) sobre informações falsas veiculadas
Do Blog do Tarso
O Sindicato dos Trabalhadores em Informática e Tecnologia da Informação do Paraná SINDPD-PR vem a público informar que é favorável a quaisquer formas de esclarecimento e fiscalização de atos que envolvam a classe trabalhadora, colocando-se à disposição para auxiliar e dirimir dúvidas. Confiamos plenamente no Poder Judiciário e no Ministério Público, órgãos aos quais recorremos sempre que frustradas todas as chances de resolução de conflito de maneira amigável. Porém não admitimos, de forma alguma, a utilização dessa prática para justificar irregularidades, atos ilícitos ou moralmente condenáveis. Estão sendo veiculadas na imprensa paranaense informações falsas e, no mínimo equivocadas, sobre a existência de uma indústria de ações trabalhistas impetradas contra a Celepar – Companhia de Informática do Paraná – (Blog do Zé Beto dia 5 de janeiro de 2012 postada às 10h50).
O sindicato é a ferramenta de organização da categoria que visa salvaguardar os direitos dos trabalhadores, zelar por melhores relações entre empresa e empregados no ambiente de trabalho e pela qualidade de vida. É por isso que toda e qualquer medida em defesa dos interesses da categoria, sejam elas individuais ou coletivas, movidas na Justiça por intermédio e assessoramento do escritório de advocacia Passos & Lunard, seguem as orientações da direção do SINDPD-PR. E se houve e há a necessidade dessa representação nas instâncias judiciais é porque esgotaram-se todas as possibilidades de solucionar nas instâncias administrativas os problemas que ferem os direitos dos trabalhadores. Antes de mover ações coletivas na Justiça trabalhista, o sindicato tem por hábito buscar o entendimento com a empresa e até mesmo a reconsideração de medidas autoritárias e injustificadas. No caso específico das demissões arbitrárias ocorridas na Celepar na virada do ano, o escritório do advogado de trabalhadores, André Passos, e a direção do SINDPD-PR buscaram primeiramente entrar em contato com a direção da empresa para esclarecer e reverter tais ações. Oficializamos o governador do Estado, solicitando a reversão das demissões e, finalmente, recorremos à mediação do Ministério Público do Trabalho (MPT) com o intuito de fazer com que a empresa reconsidere e volte atrás nessas demissões. O sindicato e sua assessoria jurídica também, por inúmeras vezes, já se colocaram à disposição da Celepar para debater e auxiliar na implantação de medidas que melhorem a política de gestão de recursos humanos da empresa pública.É falsa a alegação de existência de uma suposta indústria de ações trabalhistas, o que existe, sim, é uma profunda inabilidade da empresa em evitar, contornar e não produzir conflitos. Se as decisões judiciais são favoráveis aos trabalhadores a culpa é toda da má gestão da Celepar e não dos trabalhadores, do sindicato e muito menos dos advogados destes. A entrada com a ação por si só não significa a condenação da empresa, mas se a Justiça Trabalhista dá ganho de causa aos trabalhadores e ao sindicato é porque ela entende que a razão está ao lado destes e que a empresa erra nas suas atitudes e na manutenção das irregularidades. Qualquer outra interpretação desse fato se configura em afronta e desrespeito ao Judiciário, às instituições democráticas e à cidadania.É lamentável que, em vez de resolver da melhor maneira os problemas criados na relação com os trabalhadores, motivos das ações por assédio moral ou contra a disfunção em diversos setores, a direção da Celepar opte por se esconder atrás de falsas teorias conspiratórias e levante acusações infundadas para justificar o desrespeito aos direitos dos profissionais. A nota postada em blog jornalístico, em resposta à representação do sindicato em favor dos trabalhadores demitidos na virada do ano pela Celepar, atenta contra a dignidade dos trabalhadores, demonstra profundo desrespeito e contribui para aumentar ainda mais o clima de insegurança que se instalou na empresa, onde a truculência e a perseguição espalharam o medo e a preocupação entre todos.
A direção do SINDPD-PR
Curitiba-PR, 5 de janeiro de 2012.
Confira as ações do sindicato que motivaram acusações falsas:
Na virada do ano, Governo Beto Richa demite arbitrariamente trabalhadores na Celepar -
http://www.sindpdpr.org.br/noticia/na-virada-do-ano-governo-beto-richa-demite-arbitrariamente-trabalhadores-na-celepar
Ministério Público do Trabalho agendou audiência de mediação entre demitidos e Celepar para o dia 9 -
http://www.sindpdpr.org.br/noticia/ministerio-publico-do-trabalho-agendou-audiencia-mediacao-entre-demitidos-e-celepar-para-dia
E informações falsas, divulgadas na imprensa pela empresa:
Celepar faz auditoria e vai ao Ministério Público denunciar “indústria de ações trabalhistas” -
http://jornale.com.br/zebeto/2012/01/05/celepar-faz-auditoria-e-tambem-vai-ao-ministerio-publico/
Contatos: SINDPD-PR – (41) 3254-8330/(41) 9685-3313, com Marlene e (41) 9685-3312, com Valquíria.<
Enviada por Sérgio Bertoni, às 00:29 06/01/2012, de Curitiba, PR
"A Privataria Tucana": debate com Amaury Ribeiro Jr., autor do livro, Curitiba, 19/01
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Enviada por ParanaBlogs, às 23:48 05/01/2012, de Curitiba, PR
Governo Beto Richa demite servidores concursados da Celepar por buscarem seus direitos na Justiça
Do Blog do Tarso

Diretor-Presidente da Celepar, Jacson Carvalho Leite (ao centro), e o governador neoiliberal Beto Richa
Presente de Natal
Na virada do ano, Governo Beto Richa demite arbitrariamente trabalhadores na Celepar
Demitidos denunciam perseguição na empresa, uma vez que parte deles move ação trabalhista por reenquadramento e assédio moral
Curitiba, PR (4/01/2012) – Reunidos na tarde desta quarta-feira (4) na sede do SINDPD-PR – Sindicato dos Trabalhadores em Informática e Tecnologia da Informação no Paraná -, trabalhadores demitidos da Celepar (Companhia de Informática do Paraná) sem justa causa denunciam perseguição do governo. Parte desses funcionários públicos move ação trabalhista contra a empresa por assédio moral ou visando o reenquadramento funcional e até uma sentença recente, favorável ao trabalhador, foi alegada como motivo do rompimento do contrato de trabalho.
Presente de Natal - Antes do final do ano, os trabalhadores foram comunicados da demissão que se efetivou na última segunda-feira (2) e, desde então, tiveram seu acesso ao local de trabalho, ao prédio, ao computador para retirada de informações pessoais e à rede interna de informática bloqueados. Há insegurança também com relação à manutenção de benefícios, como plano de saúde, durante o período de cumprimento do aviso prévio. Os trabalhadores foram surpreendidos com a decisão arbitrária da empresa, que estragou a virada do ano deles e de suas famílias. Um desses funcionários, que desenvolveu e implantou um sistema inovador na gestão de contas públicas, chegou a ser homenageado publicamente há pouco tempo e recebeu diversos elogios da Secretaria de Planejamento do estado. Por meio da assessoria jurídica do sindicato, os demitidos sem justa causa vão solicitar ao governo que reconsidere essa atitude. “Nunca antes na história da Celepar tínhamos visto uma atitude tão truculenta e desrespeitosa. O clima de final de ano na empresa pública foi marcado pelo terror e pela insegurança, uma vez que além dos quatro trabalhadores que já procuraram o sindicato, temos notícias de que há mais pessoas na mesma situação”, informou a diretora administrativa do SINDPD-PR, Marlene Fátima da Silva.
O sindicato dos trabalhadores da Celepar repudia veementemente essa atitude e está movendo denúncia junto ao Ministério Público do Trabalho, na qual pede a apuração dos fatos relacionados às demissões arbitrárias. Também ingressa paralelamente com medidas coletivas, questionando a legalidade dos atos da empresa e a descriminação. “Estamos ainda oficiando o governador Beto Richa a respeito dessas demissões e pedindo a reconsideração delas, uma vez que tal postura fere totalmente a tradição das relações trabalhistas construídas na empresa”, acrescentou a diretora do SINDPD-PR.
Insegurança nos concursos – Grande parte dos demitidos na Celepar na virada do ano têm entre cinco e sete anos de serviço, mas há quem, com menos tempo de empresa, também esteja nessa leva de demissões. “Paira uma tremenda insegurança com relação aos concursos e à fila que passou a andar mais rapidamente com a troca do governo. As pessoas começam a planejar suas carreiras e suas vidas e são demitidas sumariamente sem nenhuma justificativa plausível, isso não está certo”, critica o advogado André Passos. A diretora de informática do sindicato, Valquíria Lizete da Silva, e o advogado André Passos, que apresentaram a denúncia no Ministério Público do Trabalho nesta tarde também comunicaram o procurador-chefe do MPT, Dr. Ricardo Bruel, dessa ação contra as demissões arbitrárias na Celepar e pediram providências.
Jornalista: Thea Tavares (MTb 3207-PR)
Contatos: SINDPD-PR – (41) 3254-8330 / (41) 9685-3313, com Marlene e (41) 9685-3312, com Valquíria.
Enviada por ParanaBlogs, às 23:10 04/01/2012, de Curitiba, PR
EUA atacam Liberdade de Expressão
A cada dia que passa aumenta o cerco do governo dos EUA à Internet e à Lberdade de Expressão, tal qual o fazem outros governos ditatoriais em todo o globo terreste!
O site Global Revolution que desde o início do "Ocuppy Wall Street", em setembro de 2011, fez a cobertura completa do movimento com transmissões ao vivo via web informa que na noite de segunda-feira recebeu uma notificação de despejo de seus estúdios localizados no bairro do Brooklyn, em Nova Iorque.
A nota do Departamento de Polícia de Nova Iorque afirma que o espaço de produção utilizado pelo Global Revolution representa "eminente perigo para a vida" e completa: "os infratores que não cumprirem a ordem de evacuação do local serão detidos".
Obviamente, as forças de repressão norte-americanas buscam
subterfúgios, desculpas quaisquer, para tirar o site do ar sem que isso possa ser classificado diretamente como ataque a Liberdade de Expressão.
- Gostaríamos de saber se os ditos defensores da Liberdade de Expresão incrustados nas mídias comerciais de todo o mundo irão protestar contra este evidente ataque à Liberdade de Expressão e a este claro desrespeito à Primeira Emenda da Constituição dos EUA (que defende a liberdade de expressão)?
- Será que Obama protestará contra a ação dos policiais de Nova Iorque?
- E os anticastristas nada falarão?
- E os colonizados defensores dos padrões gringos de "liberdade", o que dirão?
Com a informações do blog DemocracyNow e Iroel Sanchez do blog La pupila insomne
Enviada por Sérgio Bertoni, às 18:32 03/01/2012, de Curitiba, PR
Amaury Ribeiro Jr. será processado. Saiba aqui por que!
Enviada por Sérgio Bertoni, às 16:15 03/01/2012, de Curitiba, PR
Por que os que defendem o status-quo, a miséria e a injustiça no Brasil estão nervosos?
A resposta é simples: a medida que o CNJ - Conselho Nacional de Justiça - se consolida como orgão de controle do judiciário, aumenta o número de juízes investigados. Hoje, há 1.710 juízes sob suspeita, segundo informações que são transmitidas pelos próprios tribunais ao CNJ. Eram 693 investigações, em 14 de novembro de 2011!!!
Isto quer dizer que em pouco mais de um mês o número de juízes investigados pelos tribunais do país aumentou em mais de 1 mil.
Por isso, a turma que defende o status-quo, a miséria e a injustiça no Brasil busca de todas as formas e em todos os poderes da República, diminuir o papel do CNJ e transformá-lo na caricatura da caricatura de um orgão externo de controle do judiciário.

Leia também
Juízes e jornalistas: o Brasil dos intocáveis
Enviada por Sérgio Bertoni, às 16:13 03/01/2012, de Curitiba, PR
Para que privatizar se temos reservas internacionais suficientes para investir no Brasil?
As contradições do modelo de gestão neoliberal escolhido pelos nossos governantes são evidentes.
O governo da petista Dilma,
mesmo enfrentando a oposição de sua própria base de sustentação social, se prepara para entregar à iniciativa privada importantes segmentos na infraestrutura nacional.
Já nas próximas semanas devem ocorrer dois vultosos leilões:
- 18 de janeiro: leilão de um trecho de 476 quilômetros da BR-101 no Espírito Santo, com investimento de R$ 2,1 bilhões nos 25 anos de contrato.
- 6 de fevereiro: leilão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília, com previsão é de investimentos de R$ 15,9 bilhões.
Além destes outros estão previstos ou em fase de estudos:
- março: leilões de transmissão de energia, com projetos como o sistema de Teles Pires.
- sem data agendada:
- porto de Manaus, com investimento de R$ 1,4 bilhão;
- trechos mineiros das rodovias BR-040, BR-116 e BR-381;
- outorga de 70 áreas para uso das frequências de 3,5 GHz nas telecomunicações.
- trem de alta velocidade Rio-São Paulo-Campinas, cujo edital deve sair até março.
Os governos tucanos de São Paulo, Paraná e de Minas Gerais também querem entregar bilhões à iniciativa privada.
Em São Paulo, seis projetos de trens de passageiros e de metrô - em diferentes fases de estudo, projeto ou modelagem - somam perspectivas de investimentos de R$ 13,1 bilhões.
Em Minas, há dois projetos em estudo: a ampliação do sistema de produção de água do rio Manso e a concessão para construir, manter e operar a infraestrutura de tratamento e destinação final de resíduos sólidos de Belo Horizonte.
No Paraná, a
privatização da Saúde, já aprovada pela
base aliada do tucano Beto Richa
na calada da noite em
06 de dezembro de 2011, será efetivada. Dentro da
jornada privatizante do governo Richa, Sanepar, Copel e
Celepar, estão na mira dos gestores privatizadores que se apossaram do governo estadual.
Segundo previsões a União e governos estaduais têm planos de leiloar em 2012 concessões na área de infraestrutura que exigirão investimentos de R$ 90,2 bilhões ao longo dos contratos.
Agora a pergunta que não quer calar é:
- Por que nossos gestores optam por uma privatização que, em 2012, exigirá investimentos de R$ 90 bilhões, quando as reservas internacionais do Brasil em 30/12/2011, publicadas em 02/01/2012 pelo Banco Central do Brasil, são de US$ 352.012.000.000,00 (+ de US$ 352 bilhões), ou seja, R$ 657.417.611.200,00 (+ de R$ 657 bilhões), segundo a tabela de conversão do próprio Banco Central em 02 de janeiro de 2012?
Nos anos 1990, a justificativa para as privatizações era a "falência generalizada" da União, estados e municípios, que segundo os neoliberais foram mal geridos e estavam sem caixa.
O que vemos em 2012 é exatamente o contrário: União, estados e municípios tem muita bala na agulha e estão prontos a gastar os tubos em 2012, ano eleitoral. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, por exemplo, tem R$ 12, 7 bilhões para gastar neste ano que começa.
Trocando em miúdos, os neoliberais seguem com sua ladainha privatista, como um mantra, até mesmo quando já não existam mais dados objetivos e concretos que possam ser usados para justificá-la. Pura ideologia, um versão completamente falseada da realidade.
Sem dúvida, a responsabilidade fiscal e financeira do país deve ser preocupação de qualquer governante, mas por que entregar à iniciativa privada importantes objetos da infraestrutura nacional ao mesmo tempo em que mantemos nossas economias aplicadas no exterior a juros baixíssimos, muito inferiores ao que nós mesmos pagamos internamente? Por que seguimos financiando a zorra financeira de EUA, Europa e seus bancos geradores da crise financeira mundial?
Se a ideia do governo central é rever a remuneração da privatizações feitas na época de FHC baixando a taxa de retorno para 6%, não fica difícil concluir que seria mais vantajoso ao governo e ao país aplicar os recursos das reservas internacionais nos investimentos de infraestrutura nacional garantindo para si os 6% de retorno sobre o capital investido. Lá fora não há papel nenhum de país nenhum que pague 6%!
- Para que privatizar?
- Para pagar contas de campanha?
- Para deixar claro que as pessoas que elegemos são incompetentes para administrar efetivamente o bem público?
- Para confirmar o lema: "Eleição se ganha com a Esquerda, mas se governa com a Direita"?
Enviada por Sérgio Bertoni, às 16:11 03/01/2012, de Curitiba, PR
O governo estuda reduzir remuneração das estradas privatizadas por FHC
O governo pretende reduzir a taxa de retorno para os novos investimentos da CCR e Triunfo, que têm concessões de algumas das primeiras estradas federais licitadas há 15 anos.
O contrato firmado com o governo do tucano FHC em 1995 garante aos grupos que exploram rodovias, como a Dutra, uma taxa interna de retorno sobre o investimento de até 20% - número alto se comparado ao das concessões dos anos 2000, em torno de 8%.
A intenção do atual governo é que os desembolsos, que podem somar R$ 2,5 bilhões e visariam melhorar as rodovias, sejam feitos pelas concessionárias a uma remuneração de 6% de taxa de retorno sobre o investimento, muito menor do que a praticada nos contratos firmado na época de FHC. Com isso o Governo Dilma pretende desonerar a tarifa do pedágio, considerada cara.
Caso não concordem, as empresas podem até ter seus contratos rescindidos.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 16:06 03/01/2012, de Curitiba, PR
FeliS Dois Miu i Dosi!
Foto do Mural de Gerson Carneiro no Facebook
E se Lula tivesse escrito isso?

O que estariam dizendo os paladinos da Moral e dos Bons Costumes, os bem-educados de nossa elite branca e excludente?

Então, tá! A culpa não é mais do Lula. É do aipédi!
Registre-se então a nova ortografia brasileira segundo aipédi do Cerra:
FeliS Anu Nowu!
Enviada por Paranablogs, às 14:35 01/01/2012, de Curitiba, PR
Lei equipara trabalho a distância a presencial e inclui meios eletrônicos nas relações trabalhistas
Do Blog do Planalto
Ligações telefônicas, mensagens no celular e e-mail passam a ser considerados formas de subordinação ao empregador. Foto: Antonio Cruz/ABr/Arquivo
Empregadores devem ficar atentos ao enviar mensagens no celular e e-mail ou fazer ligações telefônicas a seus empregados fora do horário e local de trabalho. Lei sancionada no último dia 15 de dezembro pela presidenta Dilma Rousseff, que altera o artigo 6o da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), equipara os efeitos jurídicos da subordinação exercida por meios eletrônicos à exercida por meios pessoais e diretos no trabalho.
A
Lei 12.551/2011 também assegura as mesmas garantias ao trabalho executado no domicílio do empregado e o realizado a distância ao que ocorre no estabelecimento do empregador. A condição é que estejam caracterizados os pressupostos da relação de emprego.
O texto afirma ainda que "os meios telemáticos e informatizados de comando, controle e supervisão se equiparam, para fins de subordinação jurídica, aos meios pessoais e diretos de comando, controle e supervisão do trabalho alheio”.
André Grandizoli, secretário-adjunto de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), explica que a medida representa o ajuste da legislação ao avanço da tecnologia. Para ele, a lei pode ser vista como “uma evolução, por reconhecer um tipo de trabalho que já ocorre, o chamado teletrabalho”.
“A modernidade chegou e a legislação acaba de se integrar a essa modernidade”, disse.
Na visão do secretário-adjunto, com as mudanças, não importa mais o local de trabalho, mas se o trabalhador executa a tarefa determinada pela empresa. Ele destaca ainda que pretende-se com esse dispositivo que o tempo do trabalhador em função do empregador seja reconhecido, independentemente do meio utilizado ou da presença física na empresa.
“Se o trabalhador estiver à disposição do empregador fora do local de trabalho, por meio telemático, ele deve receber horas extras”, destacou.
Enviada por Cido Araújo, às 16:27 30/12/2011, de São Paulo, SP
Blogueir@s, Redes Sociais e Cultura Digital discutem atividades para 2012
Do ParanáBlogs
Blogueir@s, ativistas nas Redes Sociais e Cultura Digital se reuniram na noite de 27 de dezembro no Centro de Curitiba para comemorar um ano de muitas vitórias do nosso movimento e planejar as atividades para o próximo ano.
Entre uma cervejinha brasileira e uma vodca russa, entre uma piada e um assunto sério, os mais de 20 participantes listaram os desafios que nos esperam nos próximos anos e chegaram à algumas conclusões.

Em 2012 teremos III Encontro Nacional, nos dias 25, 26 e 27 de maio, em Salvador, Bahia, e o II Encontro Mundial, nos dia 25, 26 e 27 de outubro, em Foz do Iguaçu, Paraná. A participação dos paranaenses nestes encontros devem ser maiores e massivas, não só como “ouvintes”, mas também na qualidade de organizadores dos mesmos, cujos membros paranaenses das respectivas comissões organizadoras serão indicados pelo Blogueir@s do Paraná.
Muito se discutiu sobre a necessidade de mudança no formato dos encontros de blogueir@s, privilegiando a participação e o protagonismo d@s própri@s blogueir@s, redes sociais e cultura digital, com oficinas, grupos de trabalho, rodas de cultura e lazer que integrem e unifiquem ainda mais @s blogueir@s do estado e do país.
As várias regiões do Paraná se mobilizam para organizar seus encontros regionais como proposto tanto pelas comissões organizadoras Estadual e Nacional dos Encontros de Blogueir@s, como pelos participantes paranaenses do I Encontro Mundial em Foz de Iguaçu, publicado na página de
Propostas deste ParanáBlogs.
A comissão organizadora estadual irá dar todo o apoio aos encontros regionais, assim como estará presente nos mesmos, ajudando a circulação de informações e a troca de experiências entre as regiões.
Decidiu-se que serão realizados todos encontros regionais em que houver iniciativa e organização local para tanto. Propõe-se que estes encontros regionais aconteçam no mês de março de 2012 e que em Abril de 2012 realizemos em Foz do Iguaçu o
II Encontro de Blogueir@s, Redes Sociais e Cultura Digital no Paraná para que os participantes de cada região possam conhecer seus colegas de outras regiões, trocar informações e experiências e debater uma política de comunicação independente e alternativa para o Paraná e o Brasil.
Os temas sugeridos originalmente em nossa página de
Propostas, a saber:
- Democratização das comunicações:
– Como @s blogueir@s podem contribuir concretamente para a Democratização das Comunicações no Brasil?
- Neutralidade na Rede:
– Como o fim da neutralidade da rede poderá prejudicar @s blogueir@s, redes sociais e cultura digital e favorecer grandes portais e empresas na Internet?
- Situação Regional:
- Como @s blogueir@s podem se articular para defender suas propostas de Democratização das Comunicações a partir dos locais onde atuam?
foram reafirmados pelos participantes da reunião, ao mesmo tempo que ressaltaram a necessidade de cada região eleger seus temas específicos de forma democrática, plural, autônoma e descentralizada.
Debatemos e reafirmamos a necessidade do Movimento de Blogueir@s no Paraná manter seu caráter horizontal, amplo, aberto, plural, democrático e independente de partidos políticos, governos, empresas, sindicatos e outros movimentos com quem mantém relações de parceria e cooperação baseadas na autonomia e respeito mútuos.
Aprovamos ainda:
- a realização de uma atividade de apresentação do livro “A Privataria Tucana” com a presença do autor Amaury Ribeiro Jr., além de outras autoridades que investigaram o caso da privatização do Banestado e os esquemas que usaram o banco estatal paranaense para lavagem de dinheiro.
- a publicação de um livro com os melhores posts, artigos, d@s blogueir@s paranaenses em 2011 e o papel da blogosfera nas comunicações no estado e no país.
- participar, apoiar e estimular debates sobre a criação de um Jornal Público Nacional (que não seria nem estatal nem privado, mas mantido pela própria comunidade de jornalistas e blogueir@s que o fundarão) para discutir os grandes temas nacionais e quebrar com a censura privada imposta pelos meios de comunicação comerciais e patronais.
- fazer do ParanáBlogs um agregador de blogs do Paraná.
- apoiar o desenvolvimento e o lançamento do Blogoosfero (prevista para janeiro de 2012).
Enviada por ParanáBlogs, às 03:30 29/12/2011, de Curitiba, PR
Próximos eventos
I Seminário do CFC - MCPP Taubaté
(9 - 10/2 Taubaté, SP)
Carnaval
(17 - 21/2 Brasil)
Visita de Intercâmbio Cacau
(26 - 29/2 Ghana)
Visita de Intercâmbio Cacau
(1 - 3/3 Ghana)
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