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16/12/2017
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Notícias(Setembro/2005)

(clique para ver todas)

Empleados Tercerizados de ANTel EN CONFLICTO...
Es por este medio que le hacemos llegar a usted el motivo que nos ha llevado a tomar una medida de fuerza. La misma fue adoptada por decisión de la Asamblea General reunida el viernes 23/9, resolviendo, en primer lugar, un paro de 24 horas que se llevara a cabo el día martes 27 del corriente. Este afectara a todos los servicios en donde desempeñan tareas personal subcontratado, provistos por empresas privadas en ANTel. Dicho personal abarca casi la totalidad de los servicios de atención al cliente, sea telefónica o personalizada, en las áreas de telefonía básica, móvil y datos (internet).

Siendo algunos de los servicios:

- Atención telefónica comercial.

- Informes de guía.

- Antel Data.

- Ancel.

- Reclamos.

- Larga distancia nacional e internacional.

- Cobro revertido nacional e internacional.

- Facturación.

- Atención personalizada de Canelones.

- Informática.

- Otros.

Este paro será acompañado con una concentración en la Torre de las Telecomunicaciones a las 12:30 hs del mismo día.

Los motivos que nos lleva a tomar estas medidas son:

- Despidos injustificados por parte de MANPOWER y DESA LDTA.

Las compañeras afectadas son:

Paola Teliz que cumple funciones en Antel Data.Los motivos segun la empresa MANPOWER dos faltas con aviso y una llamada desde la posición a su hijo de 2 años que en ese momento estaba enfermo. El procedimiento fue la observación mediante un memorandum por parte de su supervisora. Al cabo de dos horas recibe un llamado de la empresa avisándole que estaba despedida. Cabe aclarar que esta compañera había estado faltando por sufrir de tendinitis, enfermedad considerada laboral.

La otra compañera es Jacqueline Silveira que cumple funciones en tráfico internacional (OPS), quien recibe como motivo de despido por parte de DESA LTDA, llegadas tardes al lugar de trabajo. minutos que no superar la media en el mes anterior. Previa a esta situación no recibió ningún de sanción por este motivo. ¿Es más importante no marcar ni un minuto tarde en el mes, que ser considerada por sus compañeros y supervisores una buena operadora y compañera que viene cumpliendo funciones hace más de cuatro años?. Dato importante a destacar es que ella es delegada del sector en donde trabaja, siendo la primera despedida de una lista que contiene más nombres según datos de la empresa.

- No respeto de derechos básicos adquiridos por los trabajadores (ejemplos: licencias, antigüedad, salud laboral), por parte de Manpower, Desa Ltda, Galmor SRL

- Inexistencia de ámbitos de negociación colectiva.

- Incumplimiento por parte de algunas de las empresas proveedoras de personal en las licitaciones ( no cumplimiento de aumentos fijados, entre otras cosas).

- Amenazas de rescindir contratos.

- Publicación de nuevas licitaciones con reducciones salariales.

- No reconocimiento como sindicato tanto de las empresas como de ANTel.

Hace años que venimos realizando tareas permanentes propias de los servicios mencionados con anterioridad, desregulados en nuestros derechos básicos, subcontratados mediante diferentes empresas que intermedian entre ANTel y nosotros, cumpliendo estas una función meramente administrativa.

Nos movilizamos contra las políticas que mantiene esta situación desfavorable, apuntando a una apertura de dialogo y negociación, ampliamente buscada con anterioridad, que permita la mejora de nuestras condiciones laborales.

A traves de este medio solicitamos la cobertura para esta movilización, siendo para nosotros muy importante su presencia , desde ya muchas gracias

Mauricio Dimitroff

Presidente

099335030

Julio Sempol

Vicepresidente

9089042

Solicitamos se solidaricen con nuestras compañeras a través de los siguientes mails.

Empresas que despiden, DESA LTDA: desa@adinet.com.uy

MANPOWER: empleo@manpower.com.uy

GALMOR: info@overwork.com.uy

PRESIDENCIA DE ANTEL: msimon@antel.com.uy
Enviada por Isidro Carreño, às 17:23 27/09/2005, de Montevidéo, Uruguay


30 horas para trabalhadores/as da Saúde!
As Entidades Nacionais que compõem Mesa Nacional Permanente de Negociação do SUS definiram realizar conjuntamente uma série de mobilizações para preparar a próxima reunião da mesa que será nos dias 20 e 21/10/05, cuja a pauta será Jornada de trabalho na saúde. Tais mobilizações deverão acontecer com muito vigor nos estados para que se tenha força na hora da negociação.

Definiu-se:

1- envio de fax e-mail para o ministro da saúde, para o secretário de gestão do trabalho e para a mesa nacional de negociação permanente do SUS.

2- Audiências públicas nos estados com a participação de representação parlamentar e de gestores.

3- Dia 30 de setembro, dia nacional de lutas pelas 30 horas.

Para tanto as entidades orientam que as mobilizações aconteçam de forma unificada nos estados.

Estavam presentes nas reunião:

CNTTS/CUT,CNTS; Federação Nacional dos Enfermeiros, Psicologos, Odontologos, Assistentes Sociais, Fasulbra, CONDSEF e FENASPS.

Estamos convidando as entidades da saúde do RS para reunião preparatória das mobilizações no dia 15/setembro, às 17 horas na sede da CUT RS (Barros Cassal, 283 - Porto Alegre).

Enviada por Sismuc, às 18:44 26/09/2005, de Curitiba, PR


O PT morreu? Viva o PT!
Por Emir Sader

O PT sai fortalecido do primeiro turno das eleições internas. Diante de seus detratores e dos que, mesmo dentro da esquerda, decretaram prematuramente sua morte. Triste papel terão feito alguns que eventualmente abandonem o PT neste momento.

- Só o petismo salvará o PT -

O cadáver goza de boa saúde. Depois do anúncio fúnebre reiterado em manchetes, colunas, programas de auditório, editoriais e no horário nobre dos jornais televisivos, produzidos pela mídia mercantil, o PT mostra o vigor que a esquerda precisa para se reconstruir. 315 mil militantes do partido compareceram para votar no primeiro turno das eleições internas, na maior demonstração de força organizativa e política de um partido na história brasileira, em meio à mais furiosa campanha bushista da mídia, com caráter totalitário, contra o PT.

Atacam o PT, não pelos erros que cometeu. Se valem destes erros ? graves, que pedem punições exemplares pelos danos que permitem que a direita cometa contra o partido e contra toda a esquerda -, para tentar destruir a esquerda e, em primeiro lugar o PT, como principal força da esquerda brasileira. Atacam o PT com o rancor dos privilegiados, que temem pelos seus privilégios. Atacam, com a alegre adesão de jornalistas, colunistas, midiólogos, que adoram concordar com seus patrões, nos jornais, revistas e televisões, contando com a conivência de partidos que se pretendem de esquerda, mas só usam suas energias para atacar o PT.

Atacam, elevando dissidentes do PT a novos queridinhos da mídia, cedendo-lhes o espaço que negam para o MST, para o ataque ao neoliberalismo e ao capitalismo, contra o imperialismo e suas guerras, os bancos e os especuladores. E essas pessoas se deixam manipular, comparecem graciosamente aos programas, se deixam entrevistar, pautados pela grande mídia, com a condição implícita ? atacar o PT ? e não tocar em nenhum outro tema. Somam-se aos que ainda são ou foram queridinhos da imprensa ? Roberto Jéferson, Severino (agora caído em desgraça), Bornhausen, Tasso Jereissatti, FHC. Têm em comum com a direita o objetivo de destruição do PT. A direita tradicional, porque sabe que a esquerda ficaria debilitada por muito tempo, sem o PT. Os dissidentes, porque sabem que, enquanto o PT existir como partido de esquerda, o espaço que podem ter é muito pequeno ? mesmo se incensados pela grande mídia.

Mas o cadáver goza de boa saúde. Tomara que partidos como o PSDB, o PFL, o PMDB, o PPS, o PDT, entre outros, pudessem dar demonstrações assim. Submeter à militância ? teriam antes de tudo de dizer quantos são, como foram alistados, etc. etc. -, a eleição de todas as direções dos partidos, em todos os níveis. Nem precisaria ser diante de campanha tão furiosa quanto a feita contra o PT ? do que, aliás, estão livres, porque ou são da maior confiança das classes dominantes brasileiras ou tem a cautela de não incomodá-la -, bastaria que demonstrassem que têm militantes, que se mobilizam, quantos são, quem são. Mas se escondem atrás de siglas, enquanto apóiam os ataques ao PT, numa frente ampla que recebe o beneplácito da grande mídia monopolista.

O PT vai para o segundo turno, com um candidato que representa a continuidade da antiga direção e um candidato da esquerda partidária. Esta, pela primeira vez, disputa realmente a possibilidade de se tornar hegemônica no partido. Sua candidatura necessita da demonstração unitária de todas as correntes que não apenas criticam os métodos da antiga direção, mas também lutam contra o neoliberalismo e seu eixo fundamental ? a política econômica do governo.

Triste papel terão feito alguns que eventualmente abandonem o PT neste momento. Terão demonstrado que só se interessavam na vitória da candidatura que apoiavam. Terão demonstrando que instrumentalizam a democracia ? da mesma forma que a esquerda do partido acusa a antiga direção: se ganham, ficam, se perdem, se vão. Terão demonstrado que não são solidários com a esquerda, porque não ficam para apoiar o candidato da esquerda no segundo turno. Terão demonstrado que não possuem espírito unitário ? acusação que sempre foi feita à esquerda e que nestas eleições é superada positivamente pelo acordo de apoio mútuo entre os candidatos da oposição à antiga direção. Terão contribuído para tornar mais difícil a vitória do candidato da esquerda, o que lhes parece incomodar muito, porque demonstraria concretamente que existe a possibilidade real de resgate do PT.

Terminariam promovendo uma profecia auto cumprida: fogem da raia e depois dirão que sabiam que o candidato da esquerda não ganharia, após ter sabotado suas possibilidades de vitória.

Terão, além disso, tomado uma posição eleitoralista, submetendo sua decisão de saída do PT ao calendário eleitoral, para poder inscrever-se em outra sigla e eventualmente conseguir se reeleger como parlamentares. Não aguardam a eleição interna mais importante do mais importante partido da esquerda brasileira. Confirmam o que muitos temiam: acumulavam força para sair, embora às vezes negassem verbalmente que se tratava disso. Dificultam a vitória da esquerda, mas saem muito mal do PT, não augurando que possam ter uma trajetória futura positiva para a esquerda, que necessita de empenho democrático, de dirigentes que agreguem e não que a dividam ainda mais, que saibam construir consensos de esquerda, precisa de confiança nas palavras dos dirigentes, de espírito de unidade, de solidariedade e de tenacidade. A ética na política se faz com dirigentes nos quais se possa confiar e nas crises alguns multiplicam sua estatura, precisamente por enxergar a floresta mais além das árvores, enquanto outros revelam não estar à altura das necessidades da esquerda.

Claro que é possível fazer um trabalho de esquerda sério na esquerda, estando fora do PT. Mas supõe que não se torne o PT alvo prioritário, desencadeando uma luta fratricida dentro da esquerda e desviando para ela as energias que não costumam utilizar contra a direita, o neoliberalismo, o capitalismo, o imperialismo. Mas abster-se da decisão que as eleições internas do PT propiciam neste momento, revela um grave erro na ótica da situação da esquerda e do enfrentamento com a direita. A esquerda não ganharia com a destruição do PT. Não se constrói algo novo positivo sobre as ruínas do que foi construído. Não foi assim na Alemanha, não foi assim no Chile, não será assim no Brasil.

O PT sai fortalecido do primeiro turno das eleições internas. Diante de seus detratores e dos que, mesmo dentro da esquerda, decretaram prematuramente sua morte. Mas este é apenas o primeiro round da primeira batalha ? a de resgate do PT. Este não é um fim em si mesmo. É um passo fundamental para o resgate da esquerda como um todo, para sua reunificação, o que só pode se dar numa frente anti-neoliberal e anti-imperialista.

Mas é um bom começo. Uma vitória da esquerda, com um comparecimento ainda maior de militantes, pode ser o eixo para chamar a uma frente de todos os setores de esquerda do Brasil, de dentro e de fora do PT, de dentro e de fora do governo ? porque a divisão fundamental é entre direita e esquerda, que cruza o governo e não entre governistas e opositores, que costuma confundir direita e esquerda ao invés de polarizá-los claramente ? na luta contra o neoliberalismo e as guerras imperiais. Um seminário que congregue a todos, para elaborar um modelo pós-neoliberal e as vias de sua realização, assim como a aprovação da lei de consulta popular por referendos e plebiscitos, que possibilite uma consulta em 2006 sobre a política econômica que os brasileiros desejam, é um caminho possível para essa reunificação.

Um PT fortalecido e renovado é um patrimônio da esquerda. A obrigação da esquerda é lutar para que esse objetivo seja conseguido no segundo turno das eleições internas, como um passo para o resgate da esquerda brasileira e do Brasil. Muito obrigado pelos votos de condolências prematuramente enviados ao PT. Utilizem seu tempo para fazer pelo menos alguns editoriais e colunas louvando a força da militância petista. Não se livrarão tão cedo desta. Seus privilégios não estão a salvo! A luta de classes que vocês produzem e reproduzem cotidianamente, que aboliram no papel e tenta esconder as imagens, volta inevitavelmente como bumerangue e como fantasma, para impedir que durmam sossegados nos seus bunkers. Os vossos mortos lhes saúdam.

Publicado em CartaMaior Emir Sader, professor da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj e autor, entre outros, de ?A vingança da História".
Enviada por Almir Américo, às 17:24 26/09/2005, de São Paulo, SP


CHILE: Despidos en General Motors
Según los ejecutivos están convencidos que la situación de General Motors es cíclica y lo han dando a conocer ante la opinión publica, pero si analizamos fríamente el ciclo que tratan de explicar nos vamos a encontrar que lamentablemente esta empresa esta en una franca declinación.

Nadie Duda que el año 1997 se rompieron todos los record de ventas y producción trabajando a 2 tornos con más de 96 camionetas diarias. En 1999 se realizo la primera reducción masiva (después de la huelga que duro 26 días), posteriormente el 2001 se elimino un turno completo comenzó un breve periodo de estabilidad en el tiempo que no alcanzo a durar mas de 2 años (sin sobre tiempo, con la producción justa), el año 2004 despidieron a mas de 90 trabajadores, para este fin de mes las cifras son variable algunos hablan de 100 otros en porcentajes, los cierto es que la empresa no a querido reconocer que serán mas de 120 trabajadores despedidos, además considerando a los trabajadores que son de contratistas estaríamos hablando que mas de 400 familias que desde el 30 de septiembre quedaran sin el sustento familiar.

Entonces podemos decir que es cíclico, en los últimos 6 años por parte de la empresa ha habido una política de desmantelamiento progresivo de la planta en lo que respectas a su personal. Entiendo que el ciclo de bonanza debería haberse repetido hacia rato, sin embargo la curva es decadente, esto solo para planta Arica.

En Julio del 2000 se hablaba de inversión y que la ley Arica favorecería tanto para el mercado nacional como para la exportación al Mercosur , y que esta reemplazaría el estatuto automotriz que dicho sea de paso entrego millones de dólares a una empresa que escasamente se preocupo de su responsabilidad social con la ciudad llevándose los dólares a las arcas en Detroit esto produciría una serie de inversiones menores de empresas suministradoras de materiales e insumos para la industria automotriz o sea una verdadera economía en escala, el año 2003 se firmo con bombos y platillo un acuerdo bilateral con Brasil ( con la presencia de los presidentes Cardoso y Lagos en la plaza principal de nuestra ciudad) esto daría la posibilidad de exportar a Brasil la no considerable cifra de 15.000 vehículos al año.

¿Qué paso? ¿Que se privilegió? Por lo menos los que trabajamos nos dimos cuenta que se puso el énfasis en importar vehículos desde Brasil que exportar, reduciendo cada día mas la producción, esto ligado al periodo natural de obsolescencia del la camioneta Luv entregarían las luces inminente de un cierre o un periodo de muy baja producción solo para mantener estratégicamente un planta ensambladora.

Se realizaron intentonas de reemplazarla con la Luv Vagon pero fue un estrepitoso fracaso, y ahora se reemplaza con la Luv Dimax que a todas vistas es una camioneta superior pero no cuenta con dos requerimientos esenciales para venta de flotas que son El airbag y frenos ABS, si nos detenemos en esta situación vemos la falta de visión de los ejecutivos chilenos y la poca capacidad profesional de lectura del mercado en el nicho de las camionetas es que hoy la Planta Arica se encuentra amenazada de cierre ya que las ventas del producto han sido muy por debajo de las expectativas planteadas, que extraño si el mercado automotriz nuevamente esta viviendo su apogeo que podría elevar las cifras de venta rompiendo todos los record.

Por otro lado tenemos a un Intendente dando palos de ciego entrevistándose con los ejecutivos y dirigentes sindicales como si la gran solución pasara por dar a última hora capacitación a los trabajadores de armado de computadores solo con el afán de salir en la prensa dando a conocer que se harían las gestiones. De que estamos hablando, aprovechamiento político o verdadera intención. Si hubiese sido verdadera las intención, el Señor Zapata debería saber a lo menos, si en la chancillería se negocia algo llamado integración nacional y si esta integración podría ser regional para dar sustentabilidad a las exportaciones a Brasil espero que el Señor Intendente sepa algo de esto y no se quede en un par de gestiones para hacer algunos cursos poslaborales.

En este escenario de vicisitudes y dudas de ejecutivos de poca visión y poco competentes de políticos preocupados de salir en la foto; se encuentran los trabajadores de General Motors Hombre que se les ha exigido hasta el cansancio la famosa adaptabilidad a los procesos mundiales que dan sustentabilidad en el tiempo y que se han tenido que ir adaptando para implementar los estándares de calidad en procesos que están entre los mas altos del mundo, sin embargo, al fin y al cabo serán despedidos trabajadores que por años dieron vida a la camioneta con mas ventas en el país. Hoy el planteamiento es sobrevivir a costa de esfuerzos de todos que solo traen satisfacción para algunos e intranquilidad para otros.

Los trabajadores de General Motors somos trabajadores capaces de enfrentar cualquier desafió y que seremos capaces de adaptarnos a procesos tan calificados como son la minería, el turismo, la microempresa.

El espíritu emprendedor, trabajo en equipo, hacerlo bien a la primera vez, la mejora continúa y optar por objetivos desafiantes hace del trabajador automotriz altamente calificado para surgir de cualquier pantano. Me quedo con la frase de unos de mis compañeros ?seamos profesionales hasta la ultima maquina que armemos?

Jorge Mollo Vargas

Director

Sindicato de Trabajadores General Motors Chile

Enviada por Valter Sanches, às 10:27 24/09/2005, de São Paulo, SP


Desafios à esquerda brasileira
por Frei Betto

Entre a parcela da esquerda brasileira que não pegou em armas houve um certo tom de "eu não disse?" quando a outra parcela começou a cair, a partir do seqüestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick, no Rio, em setembro de 1969. A história quase sempre dá uma rasteira em nossas análises de conjuntura, em nossos prognósticos, em nossas previsões carrancudas, agasalhadas em pesados casacos de conceitos supostamente científicos. Qual o intelectual ou dirigente político que previu a queda do Muro de Berlim?

"Eu não disse?" exclamaram os trotsquistas quando vieram à luz os crimes de Stalin, denunciados por Kruchev. E os pró-soviéticos brindaram com vodca ao ver a camarilha dos quatro, na China, desencadear a "revolução cultural", uma onda de fundamentalismo ideológico que implantou o terror em nome do "autêntico comunismo proletário". Sua versão latino-americana foi o Sendero Luminoso, no Peru, que assassinava companheiros que "vacilavam ideologicamente".

Com a redemocratização do Brasil, a esquerda intelectualizada, que conheceu mais o exílio que a prisão, dividiu-se entre o PT e o PSDB. "Eu não disse?" sublinharam os primeiros quando o governo FHC revelou seu caráter neoliberal, privatizou o patrimônio público e instituiu o Proer, mobilizando valores que fazem parecer o fluxo do valerioduto uma brincadeira de centavos.

Agora, frente à estrela cadente, as cassandras de plantão comemoram eufóricas: "eu não disse?" E a direita, confortavelmente sentada no camarim de luxo desse teatro trágico, aplaude a cena cruel de androfagia da esquerda. Mas... qual esquerda? A que dança conforme a música da ciranda financeira? A que destina R$ 30 bilhões ao agronegócio e apenas R$ 8 bilhões à agricultura familiar? Ou a que adjetiva sectariamente suas críticas, exibe suas mãos limpas diante da "tsulama", mas não é capaz de apresentar uma proposta viável - não utópica - de política econômica alternativa? Ou a que enche a boca e o papel de palavras de efeito, mas não consegue mobilizar meia-dúzia de movimentos populares?

A esquerda brasileira fala de um Brasil quimérico, mas tem dificuldade de lidar com as mediações inevitáveis para alcançá-lo. Como se em algum lugar do mundo ela tivesse chegado ao poder sem política de alianças. E como se em algum país ela tivesse alavancado o desenvolvimento sem sérias concessões ao capitalismo. Basta ver a China, que hoje faz questão de ser reconhecida com uma "economia de mercado", e Cuba, que flexibilizou a propriedade estatal e tornou-se parceira de poderosas transnacionais nas áreas de infra-estrutura, energia e turismo.

Nada mais ridículo do que a esquerda que erige suas convicções ideológicas em dogmas religiosos. E trata seus líderes como verdadeiros messias portadores do caminho da salvação. Fundamentalista, excomunga os críticos, expulsa os hereges, condena ao inferno os adversários. Incapaz de alianças dentro do âmbito da própria esquerda (vide as eleições para a nova direção do PT), torce pela derrota de seus concorrentes, na expectativa daquele dia em que, do alto de sua arrogância, enfatizará solenemente: "Eu não disse?"

Vias de libertação Não vejo futuro para a esquerda fora dessas três vias:

o rigor ético;

o trabalho de base;

e a elaboração de um projeto socialista.

O rigor ético é uma virtude suportável enquanto não se chega ao poder. Qualquer esfera de poder - governo, direção do partido, coordenação do núcleo de base, gerente, síndico de prédio etc. Como todo poder reveste quem o ocupa de uma autoridade, uma identidade que o faz sentir-se acima dos comum dos mortais, quase ninguém quer largá-lo. Ele é mais tentador que o sexo e o dinheiro. Até porque torna esses dois mais acessíveis. Os beneficiários das "encomendas" do Banco Rural que o digam.

Como assegurar o rigor ético? Pela democracia interna. Líder ou dirigente que não suporta crítica é mau sinal. Mas não basta dizer "podem criticar-me". É preciso criar mecanismos através dos quais isso se faça regularmente.

O trabalho de base é o grande desafio da esquerda. Ela adora fazer reuniões, manifestos, comícios. Mas ir para a periferia, subir a favela, meter-se no sertão... são outros quinhentos! Não é fácil gostar de cheiro do povo, reunir-se com os pobres, aprender a linguagem deles (que nos obriga a descer do egrégio trampolim de nossos conceitos acadêmicos), rezar com eles, estreitar laços efetivos e afetivos com quem tem a graça de viver desprovido da lógica maniqueísta que divide a humanidade em "bons e maus".

Elaborar um projeto socialista não consiste em apenas criticar o capitalismo. Implica autocrítica profunda dos erros cometidos pelas recentes experiências socialistas. Erros teóricos, estruturais, sociais e pessoais. A começar da análise sobre em que momento o PT apagou de seu horizonte o projeto socialista que figura em seus primeiros documentos.

A quem possa interessar: boas escolas de ética, trabalho de base e perspectiva socialista são o MST e as Comunidades Eclesiais de Base.

Frei Betto é escritor, autor, em parceria com Leandro Konder, de "O indivíduo no socialismo" (Perseu Abramo), entre outros livros.
Enviada por Frederico D.E.Meyer, às 11:33 22/09/2005, de New York, USA


Multis se benefeciam de Trabalho Escravo Infantil
Nestlé, Cargill e ADM são acusadas de se beneficiar de trabalho escravo infantil

A organização International Labour Rights Fund, com sede nos Estados Unidos, entrou com ação contra três grandes empresas de alimentos - a Nestlé, a Cargill e a Archer Daniels Midland. Acusa as empresas de ignorarem as condições de trabalho em plantaçoes na África, das quais compram cacau. O grupo atua em nome de três crianças do Mali que teriam sido traficadas para fazendas na Costa do Marfim, onde trabalhariam em regime de escravidão.

Segundo o jornal Financial Times, uma audiência preliminar está marcada para a próxima segunda-feira. A advogada da organização, Natacha Thys, disse que as três empresas ignoraram de forma inescrupulosa as advertências repetidas e bem documentadas ao longo dos últimos anos de que fazendeiros estavam usando criança como trabalhadores escravos em plantações de cacau. /Elas podiam ter posto um fim a isso há anos, mas optaram por olhar para o outro lado/, disse. /Tivemos que ir à Justiça como último recurso/.

Protestos

A Global Exchange, organização de defesa dos direitos humanos com sede em San Francisco, também aderiu à ação judicial. A entidade planeja patrocinar protestos contra a Nestlé em cidades americanas, sincronizados com a abertura do filme /Charlie e a Fábrica de Chocolate/.

Mais de 70% do mercado mundial de cacau, que movimenta 3,6 bilhões de euros, se origina da África Ocidental. O cacau é plantado em cerca de 1,5 milhão de propriedades familiares de pequeno porte e mais de 10 milhões de famílias africanas dependem dele para a subsistência. Na Costa do Marfim, o produto responde por mais da metade da renda familiar. /Vamos nos defender com energia e estamos confiantes de que vamos vencer/, disse um porta-voz da Nestlé.

Protocolo A questão do trabalho infantil é o centro do Protocolo Harkin-Engel, assinado em 2001 pelos representantes da indústria de chocolate e cacau para erradicar as piores formas de trabalho infantil. A idéia por trás do acordo é desenvolver um padrão voluntário de certificação pública das indústrias, monitorado por setores não-industriais, que inclua pôr fim às condições perigosas de trabalho e garanta que as crianças trabalhadoras não prejudiquem sua educação.

O prazo final para completar o sistema de certificação era 1º de julho de 2005, mas expirou e o sistema ainda não está funcionando. Segundo a indústria do setor, o compromisso em produzir uma certificação ainda está presente e alguns passos já foram cumpridos.

Fontes: ILRF / Financial Times / FoodNavigator / Bluebus
Enviada por Hugo Chimenes, às 15:21 21/09/2005, de São Borja, RS


Acidentes matam 40 por dia no País
Brasil lidera estatísticas na América Latina. No mundo, 2,2 milhões morrem por ano no ambiente profissional As condições precárias no ambiente de trabalho provocam 40 mortes diárias no Brasil. O número foi apresentado ontem pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), às vésperas do congresso mundial de segurança do trabalho, que começa hoje, em Miami, nos Estados Unidos. O relatório coloca o País como líder em número de acidentes na América Latina e Caribe e um dos principais entre outras regiões do planeta. Ao todo foram 14,8 mil acidentes fatais com trabalhadores brasileiros em 2003. De acordo com a OIT, as mortes por causa de acidentes de trabalho ou doenças geradas no ambiente profissional chegam a 2,2 milhões por ano em todo o mundo, ou 5 mil pessoas por dia.

As mortes em trabalho no Brasil são mais freqüentes no setor de serviços, que, em 2003, registrou 6,22 mil casos. A agropecuária aparece em segundo lugar, com 4,86 mil mortes. Na indústria, o total de acidentes fatais foi de 3,80 mil. Os dados da OIT foram extraídos do banco estatístico do Ministério da Previdência do Brasil. O México aparece em segundo lugar entre os países da América Latina e Caribe com maior número de mortes. Foram 7,63 mil casos em 2003.

Os técnicos da OIT se mostraram preocupados com os resultados mundiais de acidentes e doenças de trabalho, pois houve queda no número de vítimas em países ricos, enquanto nos emergentes a tendência foi de alta entre 2001 e 2003. A entidade atribuiu esse fato ao rápido desenvolvimento de algumas economias e à pressão competitiva. Para especialistas, isso demonstra que as condições de trabalho em vários países em desenvolvimento não estão adequadas em termos de segurança.

O número de vítimas em países ricos caiu, enquanto nos emergentes a tendência é de alta. A OIT atribui o fato ao rápido desenvolvimento de algumas economias e à pressão competitiva.

O eletricitário aposentado Genivaldo Louret teve de amputar o braço direito após sofrer um acidente durante a manutenção de uma subestação de energia. ?Segurei numa rede de energia que deveria estar desligada. Já ganhei na Justiça, mas falta receber?, diz. O salário de nove salários mínimos caiu para uma aposentadoria por invalidez de aproximadamente quatro. A falta de dados confiáveis em vários países pode distorcer a realidade dos números, segundo a própria OIT.

A discrepância de números atinge também o Brasil. O chefe da Seção de Segurança e Saúde da Delegacia Regional do Trabalho em Minas, Ricardo Ferreira Deusdará, diz que é comum as empresas omitirem casos simples de acidente entre os funcionários. ?Tombos, fraturas e cortes leves, por exemplo, muitas vezes são omitidos pelas empresas, que registram apenas aqueles acidentes que não têm como esconder?, explica.

De acordo com levantamento feito pela Delegacia Regional do Trabalho de Minas, a média de acidentes no Estado é de um a cada 15 minutos. Os dados foram baseados nas estatísticas nacionais do Ministério da Previdência, referentes a 2003. Ao todo foram 40,2 mil trabalhadores acidentados naquele ano. O número de mortes correspondeu a cinco por semana. No ranking de segmentos com maior número de acidentes de trabalho em Minas está o de atendimento hospitalar, com 5,65 mil casos registrados pelo governo entre 2001 e 2003.

Em Minas, os trabalhadores da atividade agropecuária e os da construção civil, com 3,44 mil acidentes no período, dividiram o segundo lugar, de acordo com o levantamento da DRT. O transporte de passageiros apresentou o terceiro pior resultado, com 1,3 mil casos. Ao todo foram 288 mortes no Estado, somente em 2003. As doenças de trabalho, que pela Lei 8.813, de 1991, são tratadas como acidente de trabalho, também enchem filas na porta das agências do INSS. Virgínia de Fátima Moreira pretende se aposentar mais cedo pois não consegue mais trabalhar como doméstica. ?A dor no braço é muito forte, já fiz consulta e tive de sair do emprego?, comenta.
Enviada por Hugo Chimenes, às 15:17 21/09/2005, de São Borja, RS


Aposentadoria
Trabalhador pode renunciar à aposentadoria para receber outra mais vantajosa. A aposentadoria é um direito patrimonial disponível, portanto, pode o trabalhador renunciar a um benefício menor em função de outro mais vantajoso para ele. Com esse entendimento, a 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, com base em voto da presidente do colegiado, ministra Laurita Vaz, acolheu recurso especial de Anselmo Gnadt, trabalhador do Rio Grande do Sul, contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O recorrente alegava ter direito a renunciar à aposentadoria por idade, de natureza rural, que recebe desde agosto de 1993, para poder usufruir outra mais vantajosa para ele, ou seja, a aposentadoria por idade, como contribuinte autônomo urbano, para a qual contribuiu mensalmente para a Previdência, até completar 65 anos, em julho de 1997.

A sentença de primeiro grau julgou procedente o pedido do trabalhador, mas o Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul reformou a sentença, para julgar improcedente a ação, ao argumento de que, tendo o trabalhador já sido aposentado, não poderia pleitear novo benefício da previdência, sob pena de caracterizar a contagem em dobro do tempo de serviço que ele utilizou para o primeiro benefício, o que não é permitido pela lei previdenciária.

Não é dupla contagem de tempo de serviço

Ao examinar o recurso especial que Anselmo Gnadt ajuizou contra esse entendimento, a relatora do processo, ministra Laurita Vaz, argumentou que não se trata, no caso, da dupla contagem de tempo de serviço já utilizado por um sistema, o rural, o que caracterizaria a concomitância de benefícios concedidos com base no mesmo período, o que é realmente vedado pela lei de benefícios.

Mas se cuida, na espécie, de abdicação a um benefício concedido no valor de um salário mínimo relativo à aposentadoria por idade, de natureza rural, a fim de obter a concessão de um benefício mais vantajoso, aposentadoria por idade como contribuinte autônomo urbano, para o qual contribuiu com um valor muito acima de um salário mínimo.

Assim, reconhecendo a possibilidade jurídica de o aposentado dispor desse direito seu, mesmo porque implementadas as condições exigidas na lei para a concessão do novo benefício, acolheu o recurso do trabalhador gaúcho, tendo seu voto sido acompanhado, respectivamente, pelos ministros Arnaldo Esteves Lima, Felix Fischer e Gilson Dipp.

Fonte: DIAP
Enviada por Hugo Chimenez, às 16:12 19/09/2005, de SãoBorja, RS


Brutal represión a telefónicos
Multinacionales presionan al gobierno de Kirchner

Los trabajadores telefónicos denunciamos la brutal represión de la que fuimos objeto cuando manifestábamos pacíficamente contra el fraude laboral y la precarización de la mano de obra que lleva adelante Telefónica Internacional a través de la empresa Atento. Mientras el secretario adjunto, Claudio Marín, dialogaba con el responsable del operativo sobre como llevar adelante la movilización, los trabajadores fueron agredidos sorpresiva y violentamente por la Policía Federal, causando varios trabajadores heridos entre ellos el Secretario de Relaciones Internacional del sindicato, Ernesto Arrouge, quien sufrió doble fractura en una pierna y una herida en su cabeza.

Esta actitud, que no es un hecho aislado dados los últimos ataques contra trabajadores ocupados y desocupados, se encuentra en el marco de la ofensiva que las empresas multinacionales y otros factores de poder vienen desarrollando contra los trabajadores para impedir sus justos reclamos.

En este caso Telefónica Internacional presiona y chantajea al gobierno y al conjunto de la sociedad, para mantener ganancias siderales a costa del deterioro de las condiciones de trabajo de sus empleados. Mientras el gobierno dice combatir el trabajo en negro y el fraude laboral, Telefónica de Argentina terceriza gran parte de las tareas de tráfico hacia la empresa Atento (propiedad de Telefónica Internacional) desconociendo la legislación nacional, y el convenio colectivo de los trabajadores telefónicos, para así poder reducir salarios e imponer pésimas condiciones de trabajo.

Ante las denuncias públicas y las presentaciones legales de este sindicato, la empresa sólo ha mantenido una actitud provocativa, y el Ministerio de Trabajo tiene ?cajoneado? hace más de un año un fallo favorable a la representación de los trabajadores.

Dada la arbitrariedad empresaria y que la única respuesta del gobierno es la represión, solicitamos que se envíen mensajes exigiendo el respeto a los derechos de los trabajadores y el fin de la represión a:

Presidente de Telefónica Internacional: Cesar Alierta

prensa@telefonica.es

Presidente de la Argentina: Néstor Kirchner

secretariageneral@presidencia.gov.ar

Ministro de Trabajo: Carlos Tomada

ctomada@trabajo.gov.ar o ctomada@ciudad.com.ar

Ministro del Interior: Aníbal Fernández

info@mininterior.gov.ar FOETRA Sindicato Bs. As.

(54-11) 4375 - 5926 / 29

PERÓN 1435(CP 1037) - B.A. ARGENTINA

www.foetrabsas.org
Enviada por FOETRA, às 18:58 15/09/2005, de Buenos Aires, Argentina


Câmara dos Deputados cassa Bob Jeff
O presidente nacional do Partido Trabalhista Brasileiro - PTB - e autor das denúncias que mergulharam o país na crise política há três meses, o Deputado Federal Roberto Jefferson (ou Bob Jeff), teve seu mandato cassado nesta quarta-feira (14) na Câmara dos Deputados.

Por 313 votos a favor e 156 contra. Jefferson foi cassado por quebra do decoro parlamentar. A votação foi secreta. Houve ainda 13 abstenções, 5 votos em branco e 2 nulos.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 08:25 15/09/2005, de Curitiba, PR


Filha de governador de SP defende loja de luxo
Sofia Alckmin, filha do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) esteve na sede da secretaria da fazenda do Estado de São Paulo por pelo menos duas vezes no primeiro semestre deste ano.

A filha do governador, que já foi vendedora e hoje é responsável pelo setor de novos negócios da Daslu, a loja mais cara e luxuosa do país, lá esteve acompanhada por representantes da loja para pedir autorização à Fazenda para instalar um sistema de vendas com caixa único. A loja confirma a ida de Sofia à secretaria.

O que poderia ser um procedimento corriqueiro levanta suspeitas, principalmente depois de a elite brasileira ficar enojada com o Governo Federal por ter a Polícia Federal prendido os donos da referida loja por sonegação fiscal.

Por que uma loja de tanto prestígio no seio da elite nacional e do tucanato do PSDB precisaria da "ajuda" da filha do governador para a instalação de um sistema de caixa único???
Enviada por Sergio Bertoni, às 08:18 15/09/2005, de Curitiba, PR


Fiat brasileira confirma acordo com Ford
Fontes na filial brasileira da FIAT confirmam a existência de acordo com a Ford para produzir um veículo de entrada usando a mesma plataforma.

Segundo Carlos Henrique Ferreira, da área técnica da Fiat no Brasil, este acordo com a Ford difere daquele assinado com a GM.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 08:40 14/09/2005, de Curitiba, PR


Aprender com Maria da Conceição Tavares!!!
A portuguesa mais brasileira que existe, Maria da Conceição Tavares, economista e militante esquerdista há décadas entrou em depressão depois de ouvir as primeiras denúncias sobre o mensalão.

Maria da Conceição não sabe fazer coisas sem paixão e por vezes declarou-se "ensandecida de paixão pelo Brasil". E foi esta paixão que a levou a momentos de reclusão.

Porém, esta portuguesa é de luta e não se entrega diante das dificuldades. Recentemente saiu do seu apartamento no Rio de Janeiro para comparecer a um debate com o presidente interino do PT, Tarso Genro. Foi surpresa, ninguém esperava que aceitasse o convite.

"Pode ser um governo de merda, mas é o meu governo"

"Pode ser um governo de merda, mas é o meu governo", foi logo avisando, num discurso duro e emocionado. "Enquanto eu tiver saúde, e ultimamente não tenho tido muita, vocês vão ver o que é gritar". Estava ali a Conceição velha de guerra. Ela disse que não se exime de culpa pela crise - ao contrário. "Não culpo o Lula nem o governo, nem mesmo o Palocci", gritou. "Estávamos todos lá, todos, desde que entrei no partido. Não vem agora com ar de quem não tem nada a ver com isso. Então estavam todos dormindo ou de touca?"

Seus amigos, a começar por Aloísio Mercadante, senador pelo PT-SP torcem para que a professora continue gritando.

Nas últimas semanas, Conceição já expulsou do apartamento do Cosme Velho pelo menos cinco discípulos que ousaram falar mal do PT ou de Lula - entre eles os economistas José Carlos de Assis, Márcio Henrique de Castro e Luiz Eduardo Melin.

O amigo Darc Costa, nacionalista da velha guarda, ensaiou chamar toda a esquerda de porcalhona. "Ponha-se daqui para fora", teve de ouvir da anfitriã. "Está me ofendendo em minha própria casa."

Ela também rompeu com César Queirós Benjamin, ex-guerrilheiro e fundador do PT que se converteu no crítico mais ácido de Lula.

Afastou-se também do professor Luciano Coutinho, por divergências na avaliação da atual política econômica.

É preciso a aprender com Maria da Conceição. É preciso entender suas sábias palavras, pois ela sabe muito bem que a direita sempre se une na hora "H" para defender os seus pupilos, sejam honestos ou canalhas. Já a esquerda nem sempre entende o quão isso é necessário e estratégico e é a primeira a pular fora do barco, deixando-o a deriva.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 00:29 14/09/2005, de Curitiba, PR


Suécia: Partido quer acabar com casamento
O partido feminista sueco, Inicativa Feminina, afirma que irá abolir o casamento caso assuma o poder. A decisão foi tomada na última sexta-feira, em encontro em Örebro.

Segundo o jornal local Svenska Dagbladet, o Iniciativa Feminista (Feminist Initiative) quer uma "lei de coabitação", que ignore a noção de gênero e permita que mais de duas pessoas estejam envolvidas. "A história do casamento não tem a ver com amor, mas com propriedade", afirmou Tiina Rosenberg, uma das fundadoras do partido.

Outra demanda do partido é a introdução de carga horária de trabalho de seis horas diárias. A mudança forçaria os homens a gastarem tanto tempo quanto as mulheres com os filhos.
Enviada por Almir Américo, às 16:50 13/09/2005, de São Paulo, SP


Que vengan los "Tucanos"
Por Emir Sader

FHC 2006

Na falta do que fazer e dizer, consultando as pesquisas que o colocam como o mais rejeitado de todos os eventuais candidatos, FHC declarou que não concorrerá à presidência da República em 2006 ? sem que ninguém lhe tenha perguntado. É uma pena. FHC deveria ser candidato.

FHC vaga, na sua profissão de ex-presidente, recolhendo dólares com palestras, enquanto ainda consegue audiências. Parece que a fundação FHC que os empresários paulistas lhe deram de presente não é brinquedinho suficiente. FHC fica circulando pelos cantos, professando sua ?fracassomania? e exibindo uma triste decadência.

Na falta do que fazer e dizer, consultando as pesquisas que o colocam como o mais rejeitado de todos os eventuais candidatos, FHC declarou que não será candidato a presidente em 2006 ? sem que ninguém lhe tenha perguntado.

É uma pena. FHC deveria ser candidato. O PSDB, se acredita mesmo no que diz ? nas maravilhas do governo FHC, do que foi feito no governo brasileiro de 1994 a 2002 ? deveria lançá-lo como candidato. Colocaria seus dois governos, quando contou com maioria absoluta no Congresso e na grande imprensa privada, a julgamento pela população.

Ele já foi julgado, pela rejeição do seu governo e pela derrota do seu candidato. Mas agora poderia contar com a comparação com o governo Lula. Se acredita que governou melhor do que Lula, deveria se submeter ao julgamento da cidadania. Se não o faz, é uma confissão de que sabe que fracassou drasticamente nos oito anos em que governou com todos os poderes possíveis.

Na campanha eleitoral, FHC poderia brandir seu lema da campanha pela reeleição ? comprada, sem que nenhuma CPI fosse sequer instalada: ?Quem terminou com a inflação, terminará com o desemprego.? Claro que teria de explicar por que, ao invés do fim do desemprego, voltou a quebrar o país e, ainda durante a campanha eleitoral, Pedro Malan já negociava com o FMI um novo super-empréstimo. Como algumas das funestas conseqüências das quais o Brasil ainda não saiu, o Banco central elevou a taxa de juros a 49% (sic), o país entrou em uma prolongada recessão, da qual ainda não saímos.

FHC poderia de novo prometer que no seu governo os ministérios mais importantes não seriam os econômicos, mas os sociais. Poderia de novo utilizar aqueles dedinhos para enunciar suas prioridades sociais. Mas teria que explicar porque tudo isso foi mentira nos seus oito anos de governo, porque o país ficou mais pobre, mais injusto, o Estado onze vezes mais endividado, a soberania nacional mais debilitada do que nunca.

Vamos, tucanos! Vamos, FHC! Deixem de bravatas: lancem FHC candidato à presidência da República. Confiem na democracia. Arrecadem todos os bilionários fundos que o grande empresariado paulista ? antes de tudo os banqueiros ? colocará à sua disposição para a campanha. Chame de novo o assessor de Clinton para a campanha eleitoral.

Coloque a decisão nas mãos do povo, para ver se brasileiro tem memória. A rejeição que as pesquisas apontam não deve atemorizá-lo, se for democrata. O povo saberá se pronunciar de forma soberana e cristalina. FHC candidato à presidência em 2006 ou confissão dos tucanos de que tem medo e vergonha dos governos que realizaram.

Emir Sader, professor da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj e autor, entre outros, de ?A vingança da História".
Enviada por Almir Américo, às 16:45 13/09/2005, de São Paulo, SP


Microsoft parte para cima de pequenos e médios
A Microsoft - MS - anunciou recentemente a criação de uma divisão SMB (do inglês Small and Medium Business) que deverá oferecer "soluções" integradas para as pequenas e médias empresas.

Este é o prenuncio de um ataque que a monopolista de informática fará às pequenas e médias empresas. Primeiro ela oferecerá a "solução" e depois que todos estiveram viciados em seus aplicativos passará a enviar seus fiscais para cobrar licenças exorbitantes ou exigir indenizações fabulosas de quem estiver usando programas da MS sem pagar licença. Exatamente a mesma coisa ocorreu com as grandes empresas.

A estratégia da Microsoft é clara como um dia ensolarado no Nordeste brasileiro. Superada a etapa da grandes empresas, ela passa a atacar às médias e pequenas para manter vivo seu modelo de negócios. Quando conseguir enquadrar os médios e pequenos partirá para cima dos usuários domésticos, profissionais liberais, sindicatos, organizações sociais, etc, tal como os piratas fazem em alto-mar.

Felizmente é possível combater este tipo de pirataria usando Software Livre, Sistemas Operacionais e aplicativos de código-fonte aberto e não proprietários.

Combata a privataria da Microsoft, que quer privatizar o conhecimento humano e suas conquistas.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 12:25 13/09/2005, de Curitiba, PR


Ford e Fiat fecham acordo para carros populares
Conforme anunciamos anteriormente nesta página, Ford e Fiat na Europa concluíram as negociações e firmaram acordo para a formação de uma aliança que poduzirá os novos veículos de entrada, os modelos populares, das duas montadoras.

O local de produção do novo veículo ainda não foi divulgado, mas a imprensa européia especula sobre a possibilidade da utilização da fábrica polonesa na cidade de Tychy, onde hoje é produzido o Fiat Panda. A Ford não revela se produzirá o novo modelo na Polônia ou utilizará as fábricas onde atualmente produz o Ka (em Valência, na Espanha ou em São Bernardo do Campo, no Brasil).

Por aqui se especula que a Ford-Fiat poderá produzir o novo veículo para o Brasil, a exemplo do que fez a Volkswagen com o Fox. Isso porque o Brasil tem larga experiência em produção de compactos baratos e populares, capacidade instalada ociosa e fornecedores globais instalados no país. Todos são especializados em populares o que garantiria a utilização de peças e componentes de outros veículos produzidos no país e, portanto, produção em escala para diminuir os custos.

Além disso, um novo modelo de entrada está sendo desenvolvido pela Ford no Brasil para ser produzido na fábrica de São Bernardo do Campo. Já a fábrica da Fiat em Bielsko-Biala, na Polônia, é abastecida por peças e componentes da linha Pálio produzidos em Betim, MG.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 12:13 13/09/2005, de Curitiba, PR


Kia mais uma vez suspende projeto de fábrica no BR
O grupo Gandini, responsável no Brasil pela comercialização dos carros da montadora sul coreana Kia Motors, adiou um investimento de R$ 50 milhões em uma fábrica em Pouso Alegre, no Sul de Minas Gerais. Seria a primeira fábrica de uma montadora sul coreana no Brasil.

A direção da empresa não pretende falar sobre o assunto oficialmente, pelo menos por enquanto. Mas fontes da montadora confirmaram que a instalação da unidade, que produziria o caminhão leve Bongo, foi suspensa e o governo mineiro já foi informado da decisão.

O investimento, anunciado em outubro do ano passado, seria feito em parceria com a estamparia Usiparts, controlada pela siderúrgica Usiminas. A estamparia, sedia também em Pouso Alegre, seria responsável por parte do aporte financeiro e faria a soldagem e a pintura das cabines importadas do Bongo. Com o cancelamento do projeto, o futuro da Usiparts volta a ser uma dúvida.

De novo???

Sim, esta não é a primeira vez que a Kia e sua controladora, a Hyundai, desistem de construir fábricas no Brasil.

No final dos anos 90 a Ásia Motors, uma divisão da então independente Kia Motors, deu o maior bolo nos governos Federal e da Bahia. Importou um montão de veículos sem pagar impostos em troca da construção de uma fábrica em Camaçari, no mesmo terreno onde hoje esa instalado o Complexo Industrial Nordeste da Ford Motor Company.

É! Exatamente isso, os coreanos da Ásia/KIA usaram a isenção fiscal, não construíram a fábrica, decretaram falência, foram vendidos para a Hyundai e o Brasil ficou literalmente a ver navios.

A Hyundai também prometeu construir fábricas no Brasil. Ora na bahia, ora em Goiás, mas até agora nada de concreto realizou.

Os governos estaduais e Federal teveriam ter uma posição mais dura em relação a estes anúncios de investimentos e exigir maiores garantias destas empresas coreanas e dos empresários nacionais espertinhos que dizem representá-las.
Enviada por Valter Sanches / Sérgio Bertoni, às 11:56 13/09/2005, de São Paulo, SP / Curitiba, PR


Metalworkers in Brazil conquest increase in wages
The 320.000 metalworkers of CNM/CUT in the State of Sao Paulo are about to conclude this year?s contract negotiations with lots of improvements. Sao Paulo is mostly like the headquarters? homeland of the largest and most important companies in Brazil and concentrates the largest number of workers, the largest plants and better-organized workers.

1. Auto-assembly sector (VW, GM, Ford, DaimlerChrysler, Scania, Toyota, Honda)

Beside the renewal, with some improvement, of the social clauses for 2 years, the 64.000 workers in this sector got a total of 8,9% increase, with 3,7% ?real increase? (above inflation) for the year 2005 (effective from 1st of September) and a minimum of 1,3% ?real increase?, plus inflation for the year 2006. That together with the agreements of the last 2 years sums a total ?real increase? of 11,44% plus inflation of the period (4 years).

2. Auto- parts and Foundries sector (Mahle, Magnetti Marelli, Dana, TRW, Bosch, Delphi, etc.)

Beside the renewal with some improvement, of the social clauses for 2 years, the 85.000 workers in this sector got a total of 8,16% increase, with 3,0% ?real increase? (above inflation) for the year 2005 (effective from 1st of September) and a minimum of 2,0% ?real increase?, plus inflation for the year 2006. That together with the agreements of the last 2 years sums a total ?real increase? of 11,09% plus inflation of the period (4 years).

3. Machine-building and Electro-electronic sectors (Index, Heller, Grob, Bardella, LG Phillips, Flextronics, etc.)

As the employers? proposal so far reached only a ?real increase? of 1,6% for 2005, it was not accepted and strikes are taking place at several of these companies. These sectors have about 105.000 workers.

4. Aerospace and other sectors

These sectors still didn?t succeed to change the date for bargaining, and that remain for November.

Other States

In the 1st half of the year about 250.000 workers in the regional Unions affiliated to CNM/CUT had its contract negotiations/struggles. All of them had ?real increase? of (average) 2,5% plus inflation. Among these is the outstanding agreement in Volta Redonda (region which includes VW-Resende and PSA-Porto Real) for about 40.000 workers, that reached a real increase of 3,8% plus inflation. It?s the first time in 11 years that the Regional Union, now led by CNM/CUT, conquests a real increase.

In July the 7.800 workers at Ford-Bahia and its suppliers got 11% increase in which 4,4% ?real increase?, the highest increase so far.

In October/November take place the bargaining for several States, among them the Steelworkers of Minas Gerais.

The 11.000 Auto-workers in Parana (VW-Audi, Renault and Volvo), led by CNTM/Força Sindical, got the same agreement of the ones of CNM/CUT in Sao Paulo.

Employment increase

The fast growing economy and industry made possible that the workers have more power at the bargainig table. The Metal Industry is growing even stronger. The Auto Industry, for example, grew 21% in 2004 and had grown already 16% in the 1st half of 2005.

The employment, that had declined constantly from 1987 to 2002 (1,5 million jobs at the Metal Industry in Brazil were lost) in the neo-liberal governments (what obliged the Unions to make some defensive agreements), returned to increase in 2003. From January 2003 to June 2005, employment grew 247.000 work posts or +18,7%, reaching a total of 1,57 million metalworkers in Brazil due to several positive measures in terms of Industrial policy of the Lula government.

Brazilian Workers and its Unions are back in the offensive.
Enviada por Valter Sanches, às 15:06 12/09/2005, de São Paulo, SP


Ford e Fiat negociam aliança para pequenos
A Ford e a Fiat negociam uma parceria para o desenvolvimento conjunto de um novo modelo de automóveis pequenos, veículos de entrada e baratos.

A Fiat estuda voltar ao nicho que ocupava quando produzia o modelo Cinquecento (500) e a Ford procura um substituto para o já velho Ford Ka.

Esta negociação está rolando na Europa e poderá influenciar a produção de veículos das duas marcas no Brasil assim como ocorreu na época da troca de ações entre GM e Fiat. Vários veículos da marca italiana no Brasil usam motores 1.8 l da GM produzidos pela PowerTrain.

Enviada por Sérgio Bertoni, às 17:47 10/09/2005, de Curitiba, PR


Carta de Michael Moore ao Sr. George W.Bush
Sexta-feira, 2 de Setembro de 2005

Estimado Mr. Bush:

Tem alguma ideia de onde estão nossos helicópteros? Já é o quinto dia depois do Katrina e milhares estão aprisionados em New Orleans à espera de serem evacuados. Onde teria o Sr. enfiado todos nossos helicópteros militares? Precisa de ajuda para encontrá-los? Homem, uma vez perdi meu carro num estacionamento.Foi um desastre!

Tem alguma ideia de onde está a Guarda Nacional? Poderíamos usá-la agora para as atividades para as quais foi criada, por exemplo para ajudar em caso de desastres nacionais. Como é que não estavam ai?

Quinta feira passada, estava eu no sul da Flórida e sentei fora enquanto o olho do Katrina passava sobre minha cabeça; era só de categoria l, mas foi o feio o bastante para assustar qualquer um. Onze pessoas morreram e até hoje há lares sem luz.

Aquela noite, os meteorologistas disseram que o Katrina se dirigia a New Orleans. Isso foi na quinta! Ninguém lhe falou? Sei que o Sr. Não queria interromper suas férias e sei também que não gosta de notícias ruins. Aliás, o senhor tinha que ir aos jantares para arrecadar fundos e tinha as mães dos soldados mortos que era preciso ignorar e caluniar. Bem feito!

Gostei de que, no dia seguinte ao furacão, ao invés de voar para Louisiana, o senhor tivesse ido para San Diego, para se divertir com seus amigos de negócios. Não deixe que as pessoas o critiquem por isto; afinal, o furacão já tinha passado, e que caralhos o senhor poderia fazer? Enfiar um dedo no buraquinho? E, nos próximos dias, não dê ouvidos àqueles que denunciarão que, neste verão, o senhor reduziu especificamente o orçamento do Corpo de Engenheiros do Exército para New Orleans, pelo terceiro ano consecutivo. O senhor lhes deve dizer que, mesmo que não tivesse cortado o $ para reforçar as defesas contra a água, não haveria engenheiros para fazer a tarefa, já que o senhor lhes destinara uma tarefa bem mais importante: CONSTRUIR A DEMOCRACIA NO IRAQUE!

Me permita-me lhe dizer que, no terceiro dia, quando finalmente suspendeu suas férias, fiquei emocionado ao ver que o senhor o Air Force One voar abaixo das nuvens, para dar uma olhada no desastre. É..., eu sei que o senhor não podia descer, pegar o megafone, ficar em pé sobre os escombros e agir como um verdadeiro comandante em chefe. Com voar abaixo das nuvens era suficiente, pronto! Já cumpriu!

Haverá agora quem tente politizar a tragédia e usá-la contra o senhor. Faça com que seu pessoal denuncie essa ação como uma manobra. Mas não responda. Nem sequer para esses cientistas peçonhentos que previram que isso iria acontecer, porque as águas do Golfo de México não paravam de esquentar, tornando a tormenta inevitável.

Ignore-os e ignore todos seus gritos sobre o aquecimento da Terra. Não Sr Bush, não afrouxe. Mantenha o rumo. Não é sua culpa que 30% de New Orleans viva na pobreza, ou que dezenas de milhares não tivessem transporte para sair da cidade. Vamos! São negros! Quero dizer, não é como se isto houvesse acontecido em Kennebunkport. Já pensou, deixar gente branca vivendo em cima do telhado durante cinco dias? Não me faça rir! A questão racial não tem nada - NADA a ver com isto.

O senhor fique tranquilo, Mr Bush. Nada mais tente encontrar alguns de nossos helicópteros do Exército e envie-os para lá. Faça de conta que o pessoal de New Orleans e da costa do Golfo estão perto de Tikrit.

Seu,

Michael Moore

PS: Essa mãe molesta, Cindy Sheehan, já não está em sua porta. Tanto ela como dezenas de parentes de outros mortos da guerra no Iraque estão viajando agora através do país fazendo manifestações em muitas cidades do caminho. Talvez o senhor possa alcança-loa antes que cheguem a Washington em 21 de setembro.

(Tradução de ALAINET)

Extraído de CNM-Internacional No. 35/2005
Enviada por CNM-CUT, às 16:08 09/09/2005, de São Paulo, SP


Catástrofe em New Orleans: império de cócoras
O furacão "Katrina" arrasou o sul dos Estados Unidos e deixou a população de New Orleans em uma situação típica de um país do chamado Terceiro Mundo.

O ocorrido poderia ter passado desapercebido da população mundial não fosse o "desastre" ambiental causador de tantos mortos e desabrigados exatamente em uma época em que o império coloca suas botas imundas e seus fuzis assassinos em todos os cantos do planeta.

A natureza parece estar querendo mostrar a todo mundo que o império está de cócoras e não é tão forte quanto o super-estimamos. A economia neo-liberal e sua constante redução de custos e gastos governamentais causam mais prejuízos que os benefícios propalados.

TIE-Brasil disponibiliza em sua página de Documentos um artigo sobre a catástrofe em New Orleans e as possibilidades da mesma ter sido evitada. Para acessá-lo em formato pdf clique aqui.

Sua leitura é importante para o debate sobre o que vem ocorrendo em nosso planeta devido a irresponsabilidade de Bush e de todos os neo-liberais que assolam o mundo.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 11:37 09/09/2005, de Curitiba, PR


CUT condena redução de impostos de importação
CUT condena proposta da Fazenda de reduzir alíquotas de importação

Em carta enviada na última terça-feira ao ministro da Fazenda, Antonio Palocci, a CUT condenou a proposta de redução tarifária sobre importação de bens não-agrícolas, apresentada pelo Ministério através da imprensa.

O conteúdo da carta, assinada pelo presidente nacional da Central, João Antonio Felicio, pode ser conferido na íntegra aqui.

A CUT reafirma que nenhuma decisão sobre o tema deve ser tomada sem uma ampla consulta à sociedade civil. E reivindica a imediata sustação do processo de mudança da posição negociadora brasileira, tendo em vista os efeitos negativos que a medida em estudo causaria sobre a geração de empregos em solo brasileiro e os salários aqui pagos.

Maiores informações podem ser obtidas com a assessoria de imprensa da Presidência Nacional da CUT Isaías Dalle - (55-11) 2108 9120
Enviada por Valter Sanches, às 09:51 09/09/2005, de São Paulo, SP


Reforma Sindical: um debate muy necessário
Os Trabalhadores brasileiros há anos lutam em defesa de uma legislação sindical que garanta os Direitos Supremos da Livre Organização dos Trabalhadores e da Autonomia dos Sindicatos em relação aos patrões e aos governos.

Para alguns, porém, este debate parece estar superado ou antiquado, mas a verdade é que a atual legislação brasileira foi inspirada na legislação fascista da Itália de Mussolini. Muita gente fala sobre isso, mas poucos são os que conhecem a tão famosa "Carta del Lavoro" ou "Código do Trabalho" se traduzido para o português.

Com o objetivo de aprofundar o debate sobre a necessidade de uma Reforma Sindical que atenda aos interesses dos Trabalhadores e às suas reivindicações históricas, TIE-Brasil resolveu publicar neste sítio o documento histórico "Carta del Lavoro"

Acreditamos que o debate é mais consistente e gera melhores resultados quando o fazemos baseados em fatos concretos e em documentos históricos. Esse papo de que "ouvi falar por isso sou contra" é da época que se amarrava cachorro a grito.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 16:26 08/09/2005, de Curitiba, PR


Abaixo-assinado pede demissão de ministro H. Costa
Por Bruno Zornitta

Em seis dias, quase três mil pessoas subscreveram o documento virtual que pede a destituição de Hélio Costa (PMDB-MG) do cargo de ministro das Comunicações.

O abaixo-assinado eletrônico foi criado pelo engenheiro eletrônico Milton Maldonado Jr., defensor do software livre, e está em segundo lugar na lista dos mais ativos do sítio www.petitiononline.com

O documento denuncia o fato de Hélio Costa defender os interesses da mídia corporativa, nacional e internacional, e estar abrindo mão da soberania tecnológica do país em favor de grandes corporações.

Nesse sentido, o ministro sinalizou que pretende abandonar a idéia do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) e adotar um dos padrões estrangeiros já existentes, assim como boicotar os projetos de implantação de softwares livres e de inclusão digital do governo, agradando especialmente à Microsoft.

Para conhecer o documento que pede a demissão de Hélio Costa, acesse

http://www.petitiononline.com/helcosta

Artigo Publicado no Boletim do NPC ? Nº 74 ? De 1 a 15.9.2005
Enviada por Bruno Zornitta, às 14:54 08/09/2005, de Rio de Janeiro, RJ


Soja: transgênica gaúcha produz bem menos
A soja transgênica gaúcha produz menos que Convencional paranaense

A soja transgênica gaúcha produziu na safra de 2005 cerca de 565 kg por hectare contra 2300 kg por hectare da soja convencional produzida no Paraná. Calcula-se que atualmente somente 8% da safra gaúcha seja de soja convencional.

A diferença é tão gritante que o governo do estado do Paraná lançou uma campanha na TV para provar o quão prejudicial à economia são os transgênicos e que a propalada maior produtividade da soja transgênica não passa de balela da transnacional Monsanto interessada apenas em cobrar royaltes dos agricultores e mantê-los sob seu controle.

Os defensores da transgênia podem até gritar e dizer que em 2005 o RS foi atingido por uma grande seca, o que é verdade. Mas verdade também é em 2004 a seca atingiu o PR e RS da mesma forma e a produtividade paranaense foi maior que a gaúcha em 1100 kg por hectare. E aí? Vão dizer o quê agora?

Além de produzir menos, a soja transgênica garante à transnacional Monsanto o direito de cobrar até R$ 0,88 por quilo (R$ 44,00 por saca de 50 Kg) de soja transgênica produzida pelos os agricultores que "oficializaram" sua plantação transgênica ou 2% sobre o valor da safra total para aqueles que continuarem a usar as sementes contrabandeadas da Argentina sem "legalizá-las" junto a transnacional.

O argumento econômico em favor da soja transgênica é cada vez mais débil já que além de produzir menos e pagar royalties o produtor do transgênico ainda perde 10% de bônus que algumas empresas de moagem de soja estão pagando para ter o grão convencional.
Enviada por Sergio Bertoni, às 17:25 06/09/2005, de Curitiba, PR


PR terá 1a. Universidade Tecnológica do país
O Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (Cefet) deverá se transformar na primeira Universidade Tecnológica Pública do Brasil.

Está em andamento no parlamento brasileiro o processo de transformação da instituição de ensino de segundo grau em universidade. O projeto de lei enviado pelo Governo Federal já venceu quatro comissões na Câmara dos Deputados e outras duas no Senado. Na próxima semana será discutido no plenário do Senado, quando, finalmente, deverá ser encaminhado à presidência da República. Acredita-se que no prazo de três semanas o projeto de lei deverá ser sancionado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

A partir da sanção presidencial, o Paraná será sede da Primeira Universidade Tecnológica do país. O processo de transformação teve início há sete anos, mas só foi acelerado a partir de 2003, quando passou a contar com o apoio do governador Roberto Requião, do Presidente Lula e das bancadas estadual e federal.

O Cefet/PR foi criado há 96 anos, inicialmente como Escola de Aprendizes e Artíficies, um centro de ensinar a fazer para os desprovidos da sorte.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 16:45 06/09/2005, de Curitiba, PR


Ford Rússia: Sindicato de Trabalhadores mais forte
Projeto Latino-americano contribui com o processo de organização dos Trabalhadores na Ford na Rússia.

O Sindicato dos Trabalhadores na filial russa da Ford Motors Company (criado a revelia dos acordos entre a empresa e o governo daquele país) aumentou explendorosamente o número de filiados depois que dois companheiros que Trabalham naquele unidade da Ford estiveram no Brasil e participaram do Primeiro Encontro Internacional dos Trabalhadores na Ford.

O encontro foi realizado de 09 a 17 de julho nas cidades de São Bernardo do Campo, Taubaté e Salvador, nos marcos do Projeto Latino-americano.

Na época do encontro 112 Trabalhadores na Ford eram filiados ao sindicato. Três semanas depois, devido ao trabalho de divulgação das informações obtidas no Encontro Internacional e a um intensivo processo de sindicalização, o número de sindicalizados chegou a 810 Trabalhadores, ou seja, um crescimento de 623% em apenas três semanas.

Em outras palavras: atualmente 50% dos Trabalhadores na Ford Rússia são filiados ao sindicato!!! algo extraordinário para um sindicato fundado há 2 anos e meio.

Aleksei Etmanov, um dos companheiros que participou do Encontro Internacional e recentemente eleito Presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Ford Rússia, já está preparando a companheirada para a primeira negociação com a empresa.

Os companheiros Gezilda Martins, de TIE-Moscou, e Pedro Zolatariev, do Sindicato "Edinstvo" (Unidade) dos Trabalhadores na AvtoVAZ (Lada) estarão promovendo nos próximos dia 24 e 25 de setembro um Seminário sobre Negociação Coletiva com a diretoria do Sindicato e Trabalhadores de base.

Segundo Aleksei Etmanov "as informações obtidas no Encontro Internacional no Brasil serviram para despertar a companheirada da fábrica para nossa realidade e a necessidade de lutar".

Mais uma vez fica demonstrada a importância da troca de informações e experiências, da multiplicação e socialização com os Trabalhadores de base das informações obtidas nas atividades, bem como, o peso que tem a vontade política no processo de organização dos Trabalhadores. Além disso podemos destacar também a importância da solidariedade entre companheiros que, neste caso, se traduz no apoio concreto e objetivo dos companheiros do "Edinstvo" e de TIE-Moscou.

Nós, do Projeto Latino-americano, ficamos muito contentes em saber que estamos de certa forma ajudando aos companheiros da Rússia apesar da distância geográfica que nos separa.

Como dizem os russos:

Urá Tavarishi!!!

ou em bom português:

Viva Companheiros!!!
Enviada por Sérgio Bertoni, às 20:43 03/09/2005, de Curitiba, PR


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