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18/12/2017
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Notícias(Maio/2008)

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Supremo Tribunal diz que pesquisas com células-tronco é Constitucional
O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou, sem restrições, a continuidade das pesquisas com células-tronco embrionárias no país.

O que estava sendo julgado era uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contrária às pesquisas, sob a alegação de que elas violavam o direito à vida. Depois de um debate acalorado sobre a interpretação dos votos e as restrições sugeridas pelos ministros, o presidente do STF encerrou a sessão, anunciando um placar de seis votos pela improcedência da ação. E julgou vencidos os cinco votos que faziam ressalvas, em maior ou menor grau, às pesquisas.

O ministro da Saúde José Gomes Temporão divulgou nota à imprensa comemorando a declaração de constitucionalidade da lei que permite a pesquisa de células-tronco embrionárias no país.

"A decisão do STF é uma vitória da vida, pois atende à expectativa de milhares de pacientes que têm esperança de cura para as suas doenças. As pesquisas de células-tronco abrem inúmeras possibilidades para encontramos respostas para doenças que não têm tratamento hoje. O resultado permite à ciência brasileira assumir uma nova posição no cenário internacional", afirmou Temporão.

O Brasil é o primeiro país da América Latina a permitir as pesquisas de células-tronco e o 26º no mundo, ao lado de países como Finlândia, Grécia, Suíça, Holanda, Japão, Austrália, Canadá, Coréia do Sul, Estados Unidos, Reino Unido e Israel, etc.

Alguns líderes religiosos, infelizmente, lamentaram a decisão do STF, pois, talvez queriam ver o Brasil de volta às trevas da Idade Média. Seria porque sonham em voltar a queimar "bruxas" ou porque não têm filhos que poderiam ser curados em caso de necessidade???

Enviada por Sérgio Bertoni, às 23:55 29/05/2008, de Curitiba, PR


Banco Mundial receita Estado forte
Quem diria: até o Banco Mundial receita Estado forte...

Por Emir Sader

Dois anos e US$ 4 mihões de dólares depois, um grupo de 21 "sábios" da economia, incluindo gente agraciada com o Prêmio Nobel, chegou a uma conclusão: o crescimento econômico é um resultado do Estado forte, da mão visível que desafia as supostas "leis do mercado". Não se trata de um grupo de estudos bancado pelo PT ou PSTU. Financiado pelo Banco Mundial, os especialistas ganharam ainda recursos da Hewlett Foundation e de alguns países para chegar a essa conclusão.

Nos jornais brasileiros, curiosamente, ninguém deu a notícia. "Barrigada" ampla, geral e irrestrita. Recebo um e-mail do professor da USP, José Eli da Veiga, perguntando se ele perdeu alguma coisa. Em anexo, ele distribuiu para sua rede de contatos a matéria publicada pelo jornal "Le Monde".

Ora, é realmente curioso que a chamada "grande imprensa" brasileira ignore solenemente a notícia, num momento em que se discutem vividamente os limites e riscos da ação do Estado, em que o governo Lula 2 anuncia uma nova política industrial, o BNDES bota as manguinhas de fora (e descobrem-se maracutaias incríveis entre os seus marajás) e até o Banco do Brasil solta a informação de que está de olho na Nossa Caixa, para abocanhar mais mercado em São Paulo (para irritação publicamente manifestada pelo Itaú e pelo ex-economista-chefe da Febraban, Roberto Troster).

Será que todas as editorias de economia estavam com tudo já preparado e a turma saiu para descansar no feriadão? Mas o jornalismo diário não tinha como missão ficar atento ao dia-a-dia?

Pois bem, enquanto no Brasil o tema é mal discutido e as posições são obviamente "vendidas" (no sentido de serem óticas totalmente comprometidas), o Banco Mundial pagou para ver alguns dos melhores economistas do mundo analisarem os processos de crescimento econômico.

A conclusão foi publicada pelo "Wall Street Journal", meio escondida e tirando um pouco o peso da intervenção governamental. Na matéria, o ex-secretário do Tesouro dos EUA, Lawrence Summers (aquele que declarou serem as mulheres menos aptas) declara que o relatório é pertinente, mas ignora os efeitos da ação estatal em termos de aumento da corrupção. Ei, esse cara não era responsável pela supervisão do sistema financeiro norte-americano durante o período em que se armaram algumas das mais profundas jogadas e mudanças de regras, cujo desfecho é a maior crise financeira nos EUA desde a Grade Depressão?

A "Comissão sobre Crescimento e Desenvolvimento" é integrada pelos seguintes economistas: Dr Boediono, presidente do banco central da Indonésia, Kemal Dervis, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Alejandro Foxley, ministro das relações exteriores do Chile, Goh Chok Tong, presidente da autoridade monetaria de Cingapura, Han Duck-Soo, ex-primeiro ministro da Coréia do Sul, Danuta Hübner, comissário europeu para política regional, Pedro-Pablo Kuczynski, ex-primeiro-ministro do Peru, Trevor Manuel, Ministro da Fazenda da África do Sul, Ngozi N. Okonjo-Iweala, diretora geral do Banco Mundial, Robert Rubin, presidente do Citigroup, Robert Solow, professor do MIT e Prêmio Nobel, Michael Spence, também Nobel, de Stanford, Ernesto Zedillo, ex-presidente do México e Zhou Xiaochuan, presidente do Banco da China.

É o fim do Consenso de Washington. Brasil, Índia, Rússia e China, os tais BRICs, notoriamente alavancados por investimentos públicos e forte intervenção estatal (corrupção idem), tornam-se aos poucos uma referência global de anti-liberalismo econômico.

Mais um ícone do pensamento econômico vai por água abaixo.
Enviada por LunaSol, às 13:08 25/05/2008, de Caracas, Venezuela


Nossa Caixa?
É curioso ver o desempenho do PIG (Partido de Imprensa Golpista) nas especulações de venda da Nossa Caixa. Nossa?

A Veja publicou hoje uma matéria somente para dizer que não foi o Serra que ofertou, mas sim o Banco do Brasil que quiz comprar o banco... Ontem foram outros representantes do PIG a insistir nessa engenhosa versão oficial do Palácio dos Bandeirantes!

A Nossa Caixa é um belo exemplo da devastação gerencial tucana. O banco tem baixa tecnologia, funcionários desmoralizados e a cada dia perde espaço no mercado. Virou banco de segunda, mesmo tendo herdado do Banespa a privilégio de ser o único banco público paulista. Para completar a tragédia iniciada por Covas e Alkmin, o Serra inescrupulosamente descapitalizou o banco, sacando dinheiro do caixa num truquezinho bilionário de vender à Nossa Caixa aquilo que ela já tinha (contas dos funcionários públicos de SP).

Os bancos privados reivindicam leilão, pois têm grande interesse nessa massa-falida da administração tucana, sobretudo nas contas dos funcionários públicos. Mas o Serra nao quer segurar o pepino de ver o desmonte do banco, já que os próprios deputados paulistas já disseram que nao aprovariam a venda com o risco de demissões em massa. E os funcionários prometem infernizar a vida no Palácio dos Bandeirantes. Imagine o que seria ao presidente eleito com um barulho desses, arriscando-se a ter que adiar a sua posse em 2010 por uma pecha de privatizador semelhante àquela que constrangeu o Alckmin na disputa com Lula! Nem pensar! Então, o Serra quer vender para o Banco do Brasil, mas quer que o mundo saiba que é o Banco do Brasil que tá insistindo para comprar... É aí que entra o PIG!

Mas parece que o destino do Lula é mesmo triunfar sobre os escombros gerenciais do tucanato (do antecessor, FHC, e do sucessor, o presidente eleito José Serra!) O Banco do Brasil está mesmo interessado em incorporar a Nossa Caixa, o que lhe permitiria subir do 4o. lugar à liderança do ranking bancário no estado mais rico da federação. Então vai fazer uma oferta, sabendo que o Serra não terá como rejeitar. E, se rejeitar, ou não vende para ninguém e segura a bomba-relógio na mão, ou arrisca-se a comprar uma batalha longa e desgastante para fazer um leilão (arriscando sua posse em 2010!). Mesmo assim, caso vendesse a um privado, o Banco do Brasil sairia ganhando, pois a lei brasileira proibe depositos judiciais em bancos públicos (a Nossa Caixa movimenta R$ 15 bi anuais desses depositos paulistas!). Cheque Mate! Basta fazer uma oferta justa e negócio fechado!

Um indicador insuspeito da incompetência tucana, foi o fato de as ações da Nossa Caixa ontem terem subido 32% aos primeiros susurros de que o Banco do Brasil poderia incorporar o banco paulista. Ou seja, o mercado aposta que o banco federal possa revereter o flagelo gerencial causado pelos tucanos e assim valorizar esses desmoralizados papéis. E o mercado pagou para ver! Se o Serra aparecer na TV e disser que é boataria a história de vender ao Lula seu banco, então a ações despencam no mercado! Que situação humilhante para o "presidente (auto) eleito" José Serra! Mas o PIG deu um jeito de minimizar o constrangimento!
Enviada por Almir Américo, às 12:30 25/05/2008, de São Paulo, SP


Os Trabalhadores na Ford apoiam a maioria das paralizações convocadas pela FM de CC.OO., CGT e PUT
Mais de 60% dos Trabalhadores concordaram nesta manhã com a primeira convocação de paralização organizadas pela CC.OO., CGT e PUT contra ao retirada de direitos trabalhistas da planta da Ford

Esta paralização de duas horas e meia, serviu para explicar aos trabalhadores as alternativas que existem às medidas apresentadas pela empresa com o consentimento da UGT, sindicato majoritário na empresa.

As paralizações de duas horas e meia por turno convocados pela CC.OO., CGT e PUT na planta da Ford Valência, para hoje e amanhã registrou até o momento um seguimento majoritário. Neste intervalo de tempo, os representantes sindicais informaram aos Trabalhadores em assembléia sobre as alternativas existentes à retirada de direitos trabalhistas que pretende levar a cabo a direção da empresa, e que foram aceitas pela UGT, sindicato majoritário na empresa. As medidas que foram expostas, CC.OO., CGT e PUT esta manhã para 1.500 trabalhadores passam pela articulação de medidas que estão reconhecidas em convênio e que supõem não alterar o calendário trabalhista (como propõe a empresa), nem a perda de postos de trabalho e de direitos ao eliminar o serviço de restaurante/alimentação.

Tanto CC.OO. como o resto dos sindicatos que convocaram as paralizações rechazaram de forma clara e contundente a intenção de apresentar um expediente de regulação do emprego. Nas palavras dos representantes dos sindicatos, "a falta de previsão da direção e o retardo na decisão da carga de trabalho para a planta Valenciana não pode pagar-la nenhum Trabalhador", pela primeira vez na história desta planta o fim de um modelo não se contrapõe com o lançamento de um novo modelo.

Os sindicatos expressaram suas intenções de manter informados aos Trabalhadores e de negociar com a direção da empresa para evitar um retrocesso nas condições de trabalho.

Por último, CC.OO. quer agradecer ao seguimento majoritário das paralizações convocadas até o momento, que esta tarde se espera tenham ainda maior seguimento.

Fonte: Federación Minerometalúrgica de CC.OO
Enviada por Carlos Vallejo, às 13:00 24/05/2008, de Barcelona, Espanha


Crime contra a liberdade: empresas americanas contratam gente para ler e-mails dos empregados
Grandes empresas americanas contratam pessoal para ler o correio de seus empregados

Nos EUA, 41% das empresas com mais de 20.000 Trabalhadores estão contratando pessoas para ler ou, em outros casos, analizar o conteúdo do correio de seus empregados. Se pensas que seu correio na empresa é privado e que podes utilizar-lo para suas relações, procurar por outro trabalho, ou outros interesses pessoais, tenha cuidado. Também vigia teu blog, rede social ou inclusive You Tube, pois pode custar teu emprego. Já nos advertiam há alguns dias o artígo do jornal El País "O chefe pode olhar seu e-mail".

Das hipóteses aos feitos: uma pesquisa citada pela CNET no Estados Unidos, afirma que 41% das empresas americanas com mais de 20.000 Trabalhadores estão contratando pessoas para ler ou, em outros casos, analizar o conteúdo do correio de seus empregados.

No estudo 44% das empresas consultadas afirmam haver investigado a filtração de dados confidenciais via correio eletrônico no ano passado, e que 26% despediram algum Trabalhador por violar as políticas internas de regulação do correio eletrônico.

As empresas também afirmam estar preocupadas pelas filtrações que se produzem nos blogs dos empregados, nos foruns ou nas webs sociais tipo You Tube.

Neste sentido 11% das companhias tomaram ações disciplinaras contra seus empregados pelo uso indevido de blogs ou foruns durante o ano passado, e uma porcentagem ligeiramente mais alta sancionaram a Trabalhadores pelo uso indevido de webs tipo You Tube.

Não é demais recordar o que se diz no artigo publicado na WorkSmart "Devería aceitar um pedido de amizade do meu chefe na Facebook?: "Afinal as redes sociais pedem que se apresente públicamente para que outra pessoa possa te encontrar e se relacionar com você. Se te preocupam suas implicações (no trabalho), talves não deverías usar-las".

Fonte: Miguel Lóriz
Enviada por Eurococos/Eurococas, às 12:56 24/05/2008, de Barcelona, Espanha


Privatizações segundo tucanos e petistas
O Serra disfarça, mas está de joelhos para vender o arruinado patrimônio paulista e tentar investir alguma merreca para ter chance eleitoral em 2010!

A incompetência gerencial tucana tornou a Nossa Caixa um banco de segunda categoria, sem tecnologia, funcionários desmoralizados, sem condições de crescer e disputar o mercado. Além de não investir no banco, o governador sacou quase 1 bilhão de seu caixa, numa tacada só, ao transferir as contas de salários de funcionários públicos de SP, descapitalizando criminosamente essa instituição. A velha tática tucana: não investe, descapitaliza e deixam as empresas definhar, para depois dizer que o Estado não serve para administrar nada e assim tentar justificar privatizações. Mas agora o discurso está esvaziado pelo vigor que as empresas e bancos federais ganharam após a saída do incompetente FHC.

Serra só não vendeu a Nossa Caixa para a banca privada porque uma lei nacional obrigaria a transferir os bilionários depósitos judiciais de SP para um outro banco público. Ou seja, se vender para o Itaú ou Bradesco, de qualquer forma quem vai ganhar é o Banco do Brasil. Logo, ficou sem opção e o governo federal vai levar pelo preço que avaliar justo. Um cheque-mate!

Confirmando o negócio, o Banco do Brasil passará de quarto para primeiro maior banco no estado de SP e deixará ainda mais distante os seus rivais privados. É o governo Lula vitaminando o patrimômio federal, às custas da incompetência dos tucanos.

Nunca é demais lembrar que esses incompetentes do PSDB venderam o gigante Banespa a preço de banana, para o Santander. Os espanhóis dão risadas de brasileiros até hoje! Sem falar no crime que fizeram na CESP, a empresa que era considerada referência de capacitação técnica na geração elétrica, hoje é uma indigente às buscas de favores do governo federal para que possa valer a pena ser vendida. E, o que é pior para Serra, até as estatais Copel e a Cemig perfilaram-se para comprar esse patrimônio (mas o Serra vetou para evitar vexame). Isso demonstra que empresa pública não precisa ser mal-administrada para disputar o mercado em condições de igualdade com as demais, ou seja, a atual humilhação da CESP é resultado do desgoverno tucano no estado de SP!
Enviada por Almir Américo, às 12:46 24/05/2008, de São Paulo, SP


Trabalhadores na Mercedes reivindicam política salarial para mensalistas
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Nesta quarta-feira (21) trabalhadores na fábrica da Mercedes-Benz Brasil em São Bernardo do Campo reivindicaram melhorias nos planos de cargos e salários para os Trabalhadores mensalisatas

Nesta quarta-feira (21) houve assembléia de trabalhadores na fábrica da Mercedes em São Bernardo do Campo, com a presença de Valter Sanches, secretário-geral da CNM/CUT, Raimundinho, vice-governador da comissão de fábrica e Aroaldo Silva, representante brasileiro do comitê mundial dos trabalhadores e Simone, representante do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

A pauta discutida foi sobre a política de cargos e salários na companhia, em especial para os funcionários mensalistas, que tiveram o apoio dos demais trabalhadores durante o ato.

"Esse dia foi muito importante para os trabalhadores e para a empresa, ficou clara a insatisfação, principalmente do pessoal que não tem um aumento por desempenho há mais de 10 anos" argumenta Raimundinho, que de há quase 14 meses acompanha o trabalho dos mensalistas.

Os técnicos administrativos, mensalistas, contabilizam mais de 2,5 mil funcionários e aguardam o reconhecimento da pauta por parte da Mercedes.

Fonte e Foto: Mayara Baggio - Imprensa CNM/CUT
Enviada por CNM-CUT, às 14:02 22/05/2008, de São Paulo, SP


Cara e cruz da carreira sindical
Entrar em uma Comissão de Fábrica ou Cipa pode ser uma experiência enriquecedora, pessoal e profissionalmente, ou o inicio de graves poblemas trabalhistas que incluem o estancamento profissional ou a demissão. O trabalho sindical pode ser também um trampolim para iniciar uma carreira sindical, empresarial ou inclusive política.

Muita gente crê que estar em uma Comissão de Fábrica, Comitê de Empresa ou Cipa é fácil, mais na realidade não tem nada a ver. Assim desmente Simón Rosado, responsável sobre Ação Sindical da CC. OO., o que qualifica de "lenda urbana": ser o representante dos Trabalhadores têm aspectos positivos, obviamente, mas também muitos riscos.

E ser a cabeça visivel das reivindicações dos Trabajadores nem sempre é bem visto pela empresa. No Estatuto dos Trabalhadores há algumas garantias para blindar os representantes dos Trabalhadores. A mais importante é que não podem ser demetidos nem sancionados durante os quatro anos que é a duração do mandato nem no ano siguinte a sua saída. Além disso tem prioridade de permanência na empresa nos casos de suspensão ou extinção por causas tecnológicas ou econômicas.

Pese, que apesar destas proteções não são infrequentes os casos de perseguição sindical. Há semanas atrás, a UGT da Catalunya denunciou que Establiments Viena havía proposto a demissão da delegada sindical desta organização no centro de Can Roqueta (Sabadell), e havía obrigado seus companheiros a assinar uma carta assegurando que havíam tido problemas com a trabalhadora. Segundo a UGT, a origem do conflito esta em que há um ano a companheira, quando era presidenta do Comitê de Empresa, se negou a firmar acordos que establecim uma dupla escala salarial. Outro caso recente se deu na papelera Miquel e Costas & Miquel, que despidiu aos secretários generais da UGTe CC. OO. na empresa supostamente por beber na sala de descanso durante o almoço.

"Ainda existem casos de perseseguição e represarias, mas as empresas são cada vez mais conscientes da necessidade de que haja representantes dos trabalhadores", assegura Camil Ros, responsável de política setorial da UGT. Ros reconhece, não obstante, que se dão bastantes casos de trabalhadores que ainda não fazem parte do comitê mas tem pensado em disputar as eleições e interar-se, a empresa decidiu despedir-los para evitar a constituição do comitê, se ainda não existisse, ou porque os consideram demasiado reivindicativos e sabem que não poderam despedir-los se chegarem a ser delegados. Antonio López, Secretário de Ação Sindical da USOC, sinala que existem inclusive "empresarios muito rancorosos" que inclusive esperam para despedir ao delegado sindical após um ano de sua saída do comitê quando acabe a estabildade "quizá porque durante esses 4 anos como representante disse algo que o chefe não queria ouvir".

Ser do Comitê de empresa pode ser um obstáculo para a promoção do Trabalhador. López assegura que "nas empresas serias as promoções não se fazem a dedo, mas siguindo critérios objetivos vigiados pelos próprios Comitês", ainda que Ros reconhece que na prática este tipo de represalias indiretas são comuns, "especialmente nas empresas pequenas onde os representantes sindicais ainda são considerados uma ameaça". A situação é especialmente complicada para os Trabajadores que já ocupem um cargo de certa responsabilidade. " Nestes niveis a empresa adota uma atitude muito beligerante - explica Simón Rosado- e se, por exemplo, um jefe de área quer apresentar-se as eleições, a empresa pode chegar a pedir-le que deve decidir entre dedicar-se ao Comitê ou concetrar-se na empresa".

Os membros do Comitê de empresa dispõe de um número de horas mensais remuneradas para exercer tarefas sindicais. As horas são individuais e intransferiveis, ainda que alguns convênios permitam a criação de um banco de horas, de maneira que se um delegado não pode utiliza-las por estar afastado ou por outros motivos, outro companheiro pode aproveitar-las em seu lugar. O número varia dependendo do tamanh da empresa, mas segundo Ros a media se situaa em umas 20 horas ao mês por delegado. Quando vai retirar suas horas sindicais deve avisar com ao menos 48 horas de antecedncia a empresa e esta, em teoría, deve colocar outro Trabalhador em seu posto. Na prática, entretanto, poucas vezes se cumpre, o que acaba suscitando tensões entre companheiros e alimentando a imagen de que os membros do Comitê utilizam essas horas para “folgar” em prejuizo do resto dos empregados. "Muita gente fala e pensam que os sindicalistas não fazem nada e se existe essa idéia será porque algo de verdade há - admite Ros-, mas que uns poucos façam mal uso de sua atividade sindical não se pode generalizar e por isso é muito importante a transparência total, que os Trabajadores saibam a todo momento que está fazendo seus representantes e a que dedicam as horas".

Uma das vantagens de estar no Comitê é a formação que se obtêm. Segundo Ros, "adquires muitos conhecimentos sobre temas legais, capacidade de negociação, comunicação e liderança, e isto é positivo para a própria empresa e para o Trabalhador, porque são valores que se consideram positivos no mercado de trabalho em geral". Por isso, alguns Trabalhadores que començaram como delegados sindicais e aos poucos com escassa qualificação acabaram por ocupar altos cargos nos sindicato ou na própria empresa. "Há pessoas que criticam que um sindicalista possa chegar a estes postos de responsabilidade e os acusam de haver-se aproveitado de suas tarefas sindicais para promover-se, mas o caso é que puderam ter uma formação - adverte Ros-. Uma pessoa que começa fazendo uma tarefa mecânica pode terminar sendo um grande líder sindical, como José María Álvarez (secretário geral da UGT-Catalunya)".

Tampouco faltam os casos de sindicalistas que chegaram a ocupar importantes cargos políticos, como o deputado Antonio Gutiérrez, ex-secretário geral da CC. OO., ou o ex-conselheiro de Treball Josep Maria Rañé, da UGT. Alguns podem chegar ao conselho de administração de grandes empresas, como é o caso de Manel García Biel, da CC. OO., em La Caixa. Simón Rosado, do mesmo sindicato, recorda não obstante que Biel participa nesse conselho "como representante dos Trabalhadores, e a diferença do restante dos conselheiros é não cobrar pela função". Segundo Rosado, "muita gente está no sindicato recebendo menos do que poderia receber de uma empresa. Exercer uma atividade sindical normalmente não beneficia tua carreira: ao contrário, quanto mais plenamente te dedicas ao sindicato menos possibilidades de desenvolvimento profissional tens". Em países como Alemanha é habitual que os representantes dos Trabalhadores participem nos conselhos de administração. " Na Espanha ainda temos muito caminho por percorrer, mas os modelos do futuro irão por aquí", assegura Ros. Antonio López, secretário de ação sindical da USOC, opina na mudança que " esta na parte social é difícil estar do outro lado ao día siguinte, porque a gente que quer dedicar-se a empresa estuda Administração de Empresa, e se dirige diretamente a esse mundo". Entretanto, alguns sindicalistas desfrutam de luxos próprios de altos executivos: ao menos foi o caso do Comitê de empresa da Volkswagen na Alemanha, que durante anos desfrutou de viagens de prazer, com prostitutas e viagra incluidos, tudo pago pela empresa.

Fonte:Nuria Peláez, La Vanguardia
Enviada por Eurococos/Eurococas, às 16:39 21/05/2008, de Barcelona, Espanha


O que andam dizendo do movimento sindical
Vejam o que estão escrevendo sobre o movimento sindical. Trata-se de uma generalização e, como em todas as generalizações, há injustiças.
Contudo... é um chamado a reflexão.

Solicitamos que quem souber onde o mesmo foi publicado originalmente enviar e-mail para tie@tie-brasil.org

A meia volta dada pelo PT na votação do imposto sindical, a infiltração na máquina governamental de pessoas intimamente ligadas a entidades sindicais e a transformação do Ministério do Trabalho num braço da Força Sindical - tudo isso soma evidências de que o governo do Partido dos Trabalhadores, que deveria teoricamente ser o coroamento do movimento sindical que, há 30 anos, colocou em questão o sindicalismo vinculado ao Estado, pode ficar para a história como o governo que, por excesso de tolerância com seus pares, consolidou o processo de burocratização do "novo sindicalismo" dos anos 1978 e o trouxe de volta à estreita dependência do governo.

A bancada petista (e a governista) no Congresso e o governo Lula estão dando a sua contribuição ao fortalecimento de lideranças sindicais que não têm qualquer compromisso com suas bases, usam de suas entidades para conseguir barganhar cargos e favores e não separam de nenhuma forma o público (a entidade sindical ou as posições que ocupam no governo por força dessa posição sindical) do privado (sua vida, suas ambições pessoais ou seu próprio bolso). O caso do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, é flagrante: quanto mais a Polícia Federal mexe na Operação Santa Tereza, mais encontra rastros do parlamentar, ex-presidente da Força e protegido pelo foro privilegiado.

Não é desprovida de lógica a defesa que os líderes petistas fazem das excessivas nomeações de ex-sindicalistas para cargos no governo federal - é natural que o Partido dos Trabalhadores os tenha em bom número em seus quadros, e é deles que lança mão para preencher cargos de confiança. Essa elite, todavia, já estava consolidada na máquina sindical da CUT (ou da Força), ocupou parte da máquina do PT (e do PDT, no caso de Paulinho) e hoje é governo - e cada posição alcançada por ela reforça suas posições nas entidades sindicais, impedindo uma renovação de quadros e de posições políticas nas entidades que dominam. A fonte do poder no governo acaba sendo o sindicato, e a inserção no governo a fonte de poder que os perpetua na entidade sindical. Para os partidos hoje no Executivo, pode ser normal o aparelhamento do Estado pelos sindicalistas que apóiam o governo. Para o sindicalismo, no entanto, a excessiva vinculação das entidades com o Estado é fatal. Não existem sindicatos livres e, ao mesmo tempo, vinculados ao Estado.

Tanto é assim que o sindicalismo de 1978 tinha como bandeiras o fim do imposto sindical e da unicidade sindical. Eram, de fato, os dois vícios do sindicalismo que o fizeram dependente do Estado desde sua institucionalização, no governo de Getúlio Vargas. A obrigatoriedade de funcionamento de apenas um sindicato por categoria dava vida legal ao sindicato que obtivesse o registro do Ministério do Trabalho. O imposto sindical, por sua vez, era a lei do menor esforço para os sindicalistas: quer representassem a base, quer não; quer filiassem sócios ou não; fossem combativos ou não - em quaisquer circunstâncias, eles tinham em seu caixa um dia de trabalho anual de cada empregado do setor que representavam.

CUT, Força Sindical e os parlamentares oriundos das centrais se mobilizaram na votação da reforma trabalhista para manter o status quo do sindicalismo. A unicidade e o imposto sindical ficaram no lugar onde sempre estiveram, com a diferença de que as centrais sindicais passaram a ter parte desse bolo. O escândalo da Força Sindical dá a dimensão dessa opção. Em última instância, ela significa dar a uma Força dominada por Paulinho dinheiro certo em caixa, e aos sindicatos que apóiam a central o monopólio da representação de seus filiados - que estão legalmente obrigados a sustentá-los. Assim também é com a CUT.

O movimento sindical, naturalmente desmobilizado por um longo período de crise econômica que tirou o poder de barganha dos trabalhadores, perdeu a representatividade. E a perde cada vez mais, na medida em que se mistura com o Estado. É este o papel que o governo Lula e o seu PT estão desempenhando, ao manter o status quo dos sindicatos, ao trazer para dentro do governo a nova versão dos velhos pelegos e ao abrir os cofres para que os mesmos se mantenham no poder sindical sem terem se dado ao trabalho de trazer um único filiado para dentro de seus sindicatos.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 13:35 14/05/2008, de Curitiba, PR


13 de maio: fim da escravidão?
2008 é um ano cheio de comemorações: 30 anos do Novo sindicalismo, 100 anos da imigração japonesa, 200 anos da chegada da família real ao Brasil, etc...

Mas parece que o país deseja esquecer que a 120 anos era abolida a escravidão dos negros... pelo menos oficialmente...

Na passagem do 13 de maio, que marca o 120º ano da Abolição do Escravos, o debate sobre a escravidão no Brasil segue, porém relegado a um plano inferior, quase marginal, como se fora coisa dos grotões onde a civilização branca ainda não botou suas patas destruidoras.

O problema não acabou no dia 13 de maio de 1888. O monarquista e abolicionista Joaquim Nabuco alertava que para acabar com a escravidão era necessário “destruir a obra da escravidão”: o latifúndio e o analfabetismo. E nada ou pouco, muito pouco, foi feito neste sentido. A educação ainda não é efetivamente universalizada e as oportunidades de Trabalho são diferentes, muito diferentes, para brancos e negros. Muitos ainda lutam e morrem pela terra.

Mesmo completando 120 anos de "Abolição", constata-se que o trabalho escravo segue existindo no Brasil e está nos grandes centros urbanos. Escravizam-se mulheres na prostituição e homens, mulheres e crianças bolivianos nas confecções clandestinas instaladas em famosos bairros de São Paulo. Escravizam-se crianças e adultos nos campos e em grandes plantações do chamado agronegócio.

Aboliu-se a escravidão?

Formalmente sim, mas não foram abolidos nem erradicados o latifúndio, o analfabetismo e falta de acesso à educação, fundamentos que permitem que pessoas humildes se mantenham em condiçoes precárias e vulneráveis à exploração brutal.

Há o que comemorar, sem dúvida. 120 anos atrás começava um processo de abolição da escravatura que a nação brasileira ainda não teve coragem e capacidade para terminar. Muita coisa ainda tem que ser feita neste país para que tod@s possam ser efetivamente livres.

Não é a simples promulgação de uma lei que faz com que a realidade mude e os direitos estejam garantidos. Os 120 anos da Lei da Abolição são a melhor prova disso.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 11:06 11/05/2008, de Curitiba, PR


Greve na Scania comemora 30 anos
Os metalúrgicos da Scania recebem o holerite com o reajuste fixado pelo governo e no dia 12 de maio de 1978 decidem não ligar as máquinas em protesto.

Era uma greve diferente, sem piquetes na portaria. Os trabalhadores cruzam os braços dentro da fábrica, para enfrentar a pressão interna e mostrar aos companheiros de outros setores que é preciso perder o medo de se expor.

A greve do pessoal na Scania não era só por salário. Além de questionar o arrocho salarial, ela também lutava contra a Lei de Segurança Nacional, que na prática não permitia a paralisação da produção.

Comemoração

Neste 12 de maio, é dia de comemorar o surgimento do movimento que ajudou a mudar a história do Brasil e deu origem ao novo sindicalismo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou presença no evento em comemoração aos 30 anos da greve da Scania, no 3º andar da sede do Sindicato.

Veja integra da matéria clicando aqui

Com materiais da CNM-CUT
Enviada por Sérgio Bertoni, às 17:47 10/05/2008, de Curitiba, PR


Lula critica agências de riscos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criticou a inexistência de risco de investimento nos Estados Unidos. Para o presidente é estranho que um país "entupido de dívida" não ofereça risco nenhum aos investidores.

"Está uma crise imensa [nos EUA] e não tem risco. Aumenta o risco do Brasil, da Rússia, e os americanos, que estão entupidos de dívida, têm risco zero. É uma inversão das empresas que medem risco na minha opinião", afirmou Lula.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 17:21 09/05/2008, de Curitiba, PR


Aeroportuários prontos para campanha salarial
Cliqueaqui para ver o Boletim do SINA
No dia 29 de abril o Sindicato Nacional dos Aeroportuários, o SINA, entregou a pauta de reivindicações a Infraero, Empresa Estatal Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária.

A primeira rodada de negociações será no dia 15 de maio de 2008. No dia 30 de abril, a diretoria do SINA reuniu-se com a assessoria do presidente Lula.

Clique na imagem ao lado para ver o boletim do SINA sobre a campanha salarial e suas principais reivindicações.

Entre outras coisas a categoria reivindica melhores condições de Trabalho, pagamento de horas-extras, fim do autoritarismo por parte da empresa, fim das terceirizações de atividades fim da Infraero e manutenção dos benefícios conquistados pela categoria.
Enviada por Sina, às 11:34 09/05/2008, de São Paulo, SP


Mexicana Bimbo compra gaúcha Nutrella
A transnacional mexicana de alimentos Bimbo, a terceira maior produtora mundial de pães, anunciou ter fechado um acordo para a compra de 75% da gaúcha Nutrella. O valor do negócio não foi revelado pela companhia. Em um comunicado, a Bimbo informou apenas que, com a compra da Nutrella, se torna a líder em pão industrializado no Brasil.

A Nutrella, fundada em 1972 no Rio Grande do Sul, conta hoje com duas fábricas - uma em Gravataí (RS) e outra em Mogi das Cruzes (SP). A unidade paulista foi construída com um aporte do BNDESPar, braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Com o aporte, o banco passou a deter 25% do capital da empresa. Nas duas fábricas, a Nutrella emprega cerca de 900 pessoas. O grupo teve no ano passado uma receita de R$ 150 milhões, com lucro líquido de R$ 5,6 milhões.

O grupo sempre teve atuação destacada no Rio Grande do Sul, e no início da década, resolveu expandir suas fronteiras para além da Região Sul. Para brigar com marcas tradicionais como Pullman e Seven Boys, resolveu continuar investindo em inovação, lançando produtos como pães com mel e iogurte. A empresa já havia sido, nos anos 90, pioneira ao investir em conceitos como o de pães light.

Aquisições - O grupo Bimbo, por sua vez, está no Brasil desde 2001, quando comprou as marcas Pullman e Plus Vita, do grupo Bunge, por US$ 63 milhões. No início do ano, o grupo mexicano comprou também a marca e o portfólio de produtos da capixaba Firenze. Seus principais concorrentes no mercado brasileiro são a Panco, a Seven Boys e a Wickbold.

A transnacional mexicana Bimbo parece estar disposta a continuar bimbando empresas brasileiras e tomando conta do mercado nacional.
Enviada por José Carlos Souza Santos, às 11:18 09/05/2008, de Ilhéus, BA


A 09 de maio de 1945 as Tropas Soviéticas ocupavam Berlim e punham fim a grande tragédia européia
Clique para ampliar e ver a Bandeira Soivética em Berlim
No dia 09 de maio de 1945, as Tropas Soviéticas ocuparam a capital da Alemanha Nazista e puseram fim a maior tragédia da civilização européia.

Conhecida como Segunda Guerra Mundial (em grande parte do mundo) ou Grande Guerra Pátria (como ficou conhecida na URSS), a guerra provocada pelos nazistas alemães, fascistas italianos, militarismo japonês e pelos interesses capitalistas, foi um conflito europeu que envolveu alguns países de outros continentes. Porém, o grande palco das ações militares foi a Velha Europa.

Pode se dizer que esta Guerra foi a maior tragédia do modo de vida europeu e de todo o autoritaismo ali gestado durante séculos. A falência total e absoluta de um modelo que as gerações atuais parecem não perceber ou dele tem saudades.

O mundo não deveria ter medo dos pobres do chamado Terceiro Mundo, mas sim dos ricos do chamado Primeiro Mundo, porque estes fazem qualquer negócio para manter seu status-quo. Se preciso for destróem seu próprio continente, como fizeram no início dos anos 1940. Já mostraram do que são capazes e não pararam em sua volúpia militarista e ocupacionista. Não vê quem não quer.

Pode parecer ufanismo, mas pelo andar da carroagem, o que podemos constatar é que o futuro da civilizaçào e da humanidade não se encontra nos países do Norte, mas sim no Sul do planeta e mais específicamente na América Latina, onde os povos, cada qual a seu modo, vão construindo um novo modo de ver e fazer as coisas, de gerir seus recursos e seu futuro. Formas que não respeitam as cartilhas do clássicos, sejam de direita ou de esquerda, porque aquelas foram escritas para o mundo do Norte.

Nossos povos estão escrevendo suas próprias cartilhas através de sua experiência concreta.

Somo frutos da missigenação, mesmo ainda que imposta, e isso marca o diferencial dos povos em nosso continente. Fomos obrigados a aprender conviver na diversidade. As condições objetivas nos levaram a isso.

Sabemos resistir e sabemos que não podemos seguir modelos importados. Sabemos que temos que traçar o nosso próprio caminho e por aí avançamos.

Viva 9 de maio!

Obrigado aos Soviéticos que deram milhões de vidas para salvar o Mundo do Nazi-facismo, conseguiram ocupar Berlim e destronar Hilter!!!

Celebremos este momento, mas não deixemos de celebrar a construção de uma nova civilização que surge dos povos latinoamericanos e saberá respeitar outros modos de vida semprevisar apelar para a violência militar e para a força bruta e burra.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 11:10 09/05/2008, de Curitiba, PR


Sindicacau inicia campanha salarial 2008
Começou no ultimo dia 08 de maio, a campanha salarial dos Trabalhadores nas industrias de transformação de cacau de Ilhéus e Itabuna.

É momento em que o Sindicacau e as empresas Joanes, Cargill, Barry Callebaut e Delf, negociam questões coletivas e serve como marco para aferição de reposição e ganhos salariais.

As principais reivindicações são:
- Reajuste salarial de 10%;
- Piso salarial de R$ 600,00;
- Cesta básica de R$ 400,00 e
- Participação nos Lucros.

Fonte: Jorge Reis (Sindicacau)
Enviada por Jorge Reis, às 10:37 09/05/2008, de Ilhéus, BA


Venezuela responde por 30% do superávit do Brasil
Olha aí o resultado de uma política de boa-vizinhança e respeito à soberania e à democracia dos parceiros.

A Venezuela respondeu por 30% do superávit brasileiro no primeiro trimestre deste ano e se transformou no país que mais contribui para o resultado positivo da balança comercial brasileira.

Está em curso uma série de mudanças no intercâmbio do Brasil com as demais nações do mundo: os Estados Unidos perdem espaço como fonte de superávit e a América Latina ganha participação no resultado positivo.

Confira a íntegra da matéria clicando aqui.

Enquanto muitos ficam no discurso, o Brasil ajuda concretamente a Venezuela e sua Revolução Bolivariana que enfrenta problemas de abastecimento devido a boicotes promovidos pela direitona continental e local.

Como diz o velho ditado "Uma mão lava a outra e as duas lavam o rosto"
Enviada por Almir Américo, às 14:21 05/05/2008, de São Paulo, SP


Brasil pode ser punido por práticas anti-sindicas cometidas pela Bunge
Organização Internacional do Trabalho acatou denúncias do Sindquímíca-PR quanto violações das liberdades sindicais ocorridas na Fosfértil/Ultrafértil de Araucária

O Comitê de Liberdade Sindical da OIT(Organização Internacional do Trabalho) acatou as denúncias do sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Petroquímicas do Paraná quanto às violações das liberdades sindicais cometidas pela empresa Fosfértil/Ultrafértil, localizada em Araucária, cuja acionária é a Transnacional de alimentos Bunge, com sede no Estados Unidos. A denúncia já foi encaminhada para Genebra e poderá gerar uma condenação para o Brasil, com base na convenção 135 da OIT que prevê proteção aos trabalhadores, contra qualquer ação discriminatória, incluindo demissão, baseadas em suas atividades sindicais.

O histórico das práticas anti-sindicais foi detalhado em ofício, encaminhado pelo coordenador geral do Sindiquímica, Paulo Roberto Fier. Além da precarização das condições de trabalho do setor, que vão desde o maquinário deficiente, insalubridade e assédio moral há inúmeras práticas anti-sindicais.

Foram detalhadas para a OIT a proibição da entrada dos diretores sindicais para conversar com os trabalhadores; a discriminação da empresa em suas avaliações funcionais, pelo fato dos trabalhadores serem dirigentes sindicais;a demissão de um trabalhador por ser amigo de sindicalistas; a perseguição a um dirigente sindical com práticas de assédio moral, o que acarretou em afastamento do funcionário para tratamento psicológico.

Diante de toda esta situação, em janeiro passado os funcionários da Fosfértil/Ultrafértil entraram em greve. “ Mesmo com a adesão de 95% dos trabalhadores, o Sindicato respeitou os empregados que queriam entrar para o trabalho. No entanto, a empresa iniciou práticas coativas e intimidatórias aprisionando trabalhadores por até 70 horas e obrigando-os a dormir no local de trabalho, o que gerou uma ação judicial trabalhista contra a companhia além de multas administrativas”, relata Fier.

Privatização- As consequências do oligopólio da Bunge em território nacional- de oito fábricas de fertilizantes existentes no Brasil, a multinacional controla seis- são os altos custos de produção de lavouras como soja e cana-de-açúcar e o aniquilamento dos pequenos agricultores que foram prejudicados pela suspensão da venda de fertilizantes na porta da fábrica. Obrigados a adquirirem o produto das grandes misturadoras, os pequenos produtores tiveram que pagar até 300% mais caro e tiveram suas atividades inviabilizadas.

De acordo com Ministério da Agricultura, o oligopólio da Bunge teve início em 1992, quando a produção de matéria prima foi privatizada. Até então, a Petrobras detinha o monopólio da produção nacional, por meio da Fosfértil e da Ultrafértil. As duas empresas foram vendidas para a Fertifós. E a partir daí, a empresa norte-americana adquiriu o controle acionário da empresa comprando outras companhias menores. Hoje a Bunge possui a Fertifós(52,31%), Fósfértil, (58,62%) e as minoritárias Yara(13,76%) e Mosaic (23,98%). No Mundo, a Bunge faturou R$18 bilhões em 2006. Só o lucro da Fosfértil cresceu 93% em 2007.

Liderança do PT/PR
Laura Sica DRT-4139/PR
Assessora de Imprensa
(41) 3350-4157
(41) 9985-6667

Informações com o Coordenador Geral do Sindquímica/PR,Paulo Roberto Fier- (41) 9685-0649/(41) 3233-7912/3233-1272
Enviada por Marilena, às 13:06 05/05/2008, de Curitiba, PR


Sindicato cutista reune mais de 4 mil pessoas no 1º de Maio em Uberlândia
O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins de Uberlândia, mais antigo sindicato cutista de Uberlândia e um dos principais sindicatos do interior de Minas Gerais, reuniu mais de 4 mil pessoas na comemoração do Dia Internacional de Luta dos Trabalhadores em Uberlândia, MG.

O evento foi realizado no salão de festas "Acrópole" e culminou uma vitoriosa campanha de sindicalização que, em apenas 2 meses, acrescentou cerca de 1 mil novos trabalhadores ao quadro de sindicalizados do STIAU.

Prestigiaram o 1º de Maio do STIAU vários parlamentares mineiros, afinados com a luta dos trabalhadores: vereadores Aniceto Ferreira e Delfino Rodrigues (PT-Uberlândia), Deputado Estadual Welinton Prado (PT-Uberlândia) e Deputados Federais Elismar Prado e gilmar Machado (PT-MG).

A tônica dos discursos foi a importância do reconhecimento da centrais sindicais e a campanha nacional pela redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução de salários.

Fonte:Francisco Medeiros, Assessor de Comunicação - STIAU
Enviada por STI DO FUMO DE UBERLÂNDIA - SINTRAF, às 14:12 04/05/2008, de Uberlandia, MG


Bahia: Plebiscito aponta greve na Contax
Clique aqui para ver o boletim do Sindicato
No ato e plebiscito realizado pelo SINTTEL nos dias 10 e 11 de abril, 95,7% dos trabalhadores na CONTAX votaram a favor da greve proposta pelo SINTTEL.

Esse resultado demonstra a insatisfação dos trabalhadores não só com o plano de saúde oferecido pela empresa, mas também com a enrolação nas negociações da PR (Participação nos resultados) e das condições de trabalho na empresa.

Por outro lado, o resultado mostra também a credibilidade que o SINTTEL-BA tem na base.
Enviada por Tiago Mendes, às 12:20 04/05/2008, de Salvador, BA


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